Pular para o conteúdo principal

Reprogramar para o bem


Coaching e PNL podem ser trabalhados em conjunto para resultados mais assertivos


Você conhece a programação neurolinguística (PNL)? Ela nos permite entender melhor nosso funcionamento interno, identificar comportamentos e características, para que então possamos mudá-los se for preciso. Além de promover o autoconhecimento, aperfeiçoa a comunicação e relacionamentos interpessoais, ajuda a lidar com sentimentos negativos e conflitos, muda hábitos e desenvolve habilidades como liderança e performance.
A PNL como ferramenta é usada em diferentes áreas de comunicação, como psicoterapia, vendas, educação e coaching. “A programação neurolinguística e o processo de coaching se completam, pois o foco é atingir os objetivos do cliente. As soluções para problemas que o afligem, na maioria das vezes, estão no próprio coachee”, afirma Madalena Feliciano, CEO da Outliers Careers e IPCoaching.
“Existem casos onde o cliente procura treinamento para uma área específica em sua vida, com um objetivo já definido, mas algo o impede de cumprir o combinado com o coach, prejudicando o crescimento. Pode ser algum problema de confiança ou autoestima, e a partir daí, o coach trabalha as técnicas de PNL para reprogramar esse aspecto”, explica Madalena.
Além de aspectos intrapessoais, o PNL ajuda a criar uma relação mais estreita entre coach e coachee, chamada de rapport. Isso cria um nível mais alto de confiança para que o coachee consiga explorar ainda mais seus potenciais.
“O coaching e a programação neurolinguística, quando trabalhados juntos, são bem assertivos, só é preciso dedicação tanto do coach quanto do coachee”, finaliza Madalena.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trabalho em equipe estimula a produtividade

Parece que fica sempre muito complicado vencer as resistências, que incluem desmotivação, falta de liderança, rotinas, desconfiança e sistematização de normas que restringem a criatividade. A c omunicação deficiente e ineficaz costuma ser o maior e mais forte dos impedimentos. Os estilos pessoais e modelos mentais diversos criam, algumas vezes, impedimentos para os bons resultados esperados pela equipe. Quando não acontece a boa comunicação, as potencialidades de cada um são empobrecidas. Com um olhar especial, essa diversidade pode ser o que garante à equipe uma visão mais rica e eficaz. É nessa diversidade que as equipes se enriquecem. Um bom líder sabe observar as diferenças e utilizar as visões para fortalecer o potencial do time. Ele utiliza cada parte em benefício do todo. Dentro de uma equipe, alguns gostam de ler, pesquisar; outros têm muitas ideias; outros preferem ir diretamente à ação; alguns planejam antes de agir enquanto outros se divertem com a experimentação. H...

Somos a geração da exaustão: A tecnologia faz ou não trabalharmos mais?

Vivemos em uma era de avanços tecnológicos sem precedentes, onde a conectividade é onipresente. A tecnologia trouxe inúmeras facilidades e oportunidades, mas também trouxe consigo desafios significativos para a saúde mental e a qualidade de vida. O crescente uso de telas e a pressão para estar constantemente conectado têm contribuído para o surgimento de uma nova forma de esgotamento: o burnout digital. A terapeuta, gestora de carreira e CEO, Madalena Feliciano, comenta que a tecnologia, por um lado, prometeu simplificar nossas vidas e aumentar nossa produtividade. No entanto, paradoxalmente, muitos de nós nos encontramos trabalhando mais horas e enfrentando uma sobrecarga constante de informações. A linha entre trabalho e vida pessoal tornou-se cada vez mais tênue, com e-mails, mensagens e notificações invadindo nossa privacidade e tempo de descanso. O resultado desse estilo de vida superconectado é uma exaustão crônica, tanto física quanto mental. A pressão para responder instantane...

A Era da Dopamina

O impacto do uso excessivo de tecnologia nas redes sociais e a influência no comportamento humano “Celulares, internet e as mídias sociais são uma droga potente”, afirma a professora da Universidade Stanford. A psiquiatra americana Anna Lembke, professora da Universidade Stanford e chefe de uma clínica especializada em dependência química, é uma das principais especialistas no assunto atualmente. Seu livro "Nação Dopamina", publicado pela Editora Vestígio, é um best-seller mundial e destaca-se como um dos títulos mais vendidos de não ficção. Lembke fala sobre o desafio da humanidade em viver na era moderna e as implicações sociais de um mundo que estimula a busca por prazeres artificiais. "Qualquer pessoa pode desenvolver um vício", alerta. Vivemos em uma era digital em constante evolução, onde a tecnologia desempenha um papel central em nossas vidas. No entanto, à medida que nos envolvemos cada vez mais com nossos dispositivos móveis e redes sociais, surge uma preo...