quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Como fugir do desemprego e voltar ao mercado de trabalho

O desemprego assola o país todo em função da grave crise econômica pela qual o Brasil passa no momento. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de desempregados registrado no país alcança 14,3 bilhões.
Levando em conta essa realidade, a Outliers Careers, empresa paulista de recolocação profissional, realiza um trabalho completo que visa o retorno da pessoa desempregada ao mercado de trabalho. A diretora geral da empresa, a gestora Madalena Feliciano, dá dicas para fugir do desemprego.
Superação e coragem andam juntas
Para conquistar qualquer objetivo o principal componente é a coragem. Desse modo, encarar uma demissão é uma tarefa necessária, por mais difícil que possa parecer. É claro que existe um período no qual a pessoa sente tristeza pela perda do emprego, mas deve encontrar forças para ir em busca de outras oportunidades.
Você gosta do que faz?
Já ouviu aquela frase “trabalhe com o que gosta e não trabalhará nenhum dia”, pelo simples prazer em trabalhar? Pois bem, se o tipo de trabalho que realiza não o faz feliz, talvez essa seja a oportunidade de buscar outra coisa, em uma área diferente. Procure o que lhe agrada, assim você terá mais chance de alcançar o sucesso.
Conheça o mercado de trabalho
“Se for mudar, então é melhor estudar o mercado da área que deseja. Agora que está do lado de fora, é a hora de fazer boas análises para encontrar a melhor oportunidade”, aponta Madalena.
Trabalhe seu networking
Mas o que afinal é esse networking? Em uma linguagem acessível, consiste em conhecer e manter contato com pessoas da sua área de atuação almejada. Ter boa rede de contatos é muito importante para encontrar novas oportunidades. Por isso não se esqueça de manter bons relacionamentos com as pessoas de forma constante.
Conheça a vaga para a qual se candidatou
Antes de candidatar-se à uma vaga, procure informações sobre a empresa e como ela executa os trabalhos que oferece. Saber onde está pisando é o mínimo que o recrutador espera do candidato, segundo a gestora.
Por último e não menos importante, ao ser chamado para uma entrevista, saiba portar-se. “A avaliação começa a partir do momento que você entra na empresa, então, desde a portaria, mantenha a boa postura e educação”, afirma Madalena Feliciano. A entrevista é o momento crucial para mostrar as habilidades e demonstrar confiança ao contratante.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Sua empresa permite que você aja como empreendedor?


Você, como funcionário, já teve ter escutado alguém lhe falar que “é preciso pensar ou agir como se você fosse o dono da empresa”. Mas como fazer isso sem parecer arrogância da sua parte, e sim apenas comprometimento com o emprego? Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers, explica as melhores maneiras de pensar como o dono – e os benefícios que isso pode lhe trazer.

“Normalmente, ao dizerem que você precisa pensar como o dono, as pessoas estão se referindo a maneira com a qual você se preocupa com a empresa. Em tese, quando você pensa como o proprietário, suas preocupações, comprometimento e resultados aumentam – assim como o conhecimento sobre o local de trabalho e clientes”, resume a especialista.

Porém, será que os trabalhadores conseguem pensar na empresa em que trabalham como se fossem donos dela, em vez de meros empregados? O mundo atual comprova que sim – prova disso são as instituições mais bem sucedidas do mundo procurarem por profissionais que pensem ‘fora da caixinha’. 

“Independente do cargo, os trabalhadores devem encarar qualquer desafio como se fossem os empresários responsáveis pelo setor, pensando como melhorar processos e economizar recursos dentro de sua área”, comenta Madalena.

Como você acha que os líderes chegaram onde estão? Muitos deles possuem essa característica em comum: a de agirem como empreendedores e estarem dispostos a errar. “O fundamental para o profissional atual é ter uma atitude empreendedora, independente do seu emprego e cargo. Quem não arrisca, não petisca”, lembra Madalena.

Quem empreende corre maiores riscos. É difícil acertar desde o começo – e os possíveis erros significam tempo e dinheiro que foram “jogados fora” na visão de muitas pessoas. Por isso, se você trabalha em uma empresa, garanta que ela apoie o seu empreendimento e possíveis falhas. Apresente bem as suas ideias e diga o que você espera alcançar com seu novo plano. 

“Praticamente todos os chefes gostam de ouvir novas ideias para sua empresa. Apresente-as formalmente, marcando uma reunião e estando disposto para possíveis críticas. Se não conseguir o apoio da primeira vez, não desista. Melhore o que foi pedido e peça opiniões para pessoas diferentes”, sugere a gestora.

Em geral, os jovens dessa nova geração buscam ser empreendedores, as empresas, por outro lado, buscam reter os seus melhores e jovens talentos. Portanto, quando se é um bom profissional, ter o apoio da empresa é algo mais fácil para apostar em novidades. 

“Faça tudo bem feito e planejado. Essas preocupações antecipadas podem lhe dar uma imensa vantagem, afinal de contas, a liderança e o empreendimento são a arte de fazer as coisas simples – mas muito bem feitas”, conclui Madalena.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Todo cuidado é pouco em planos de demissões

É preciso tomar muito cuidado com a forma com que organizam e executam demissões em uma organização, além do amparo emocional dos que ficam.

Incertezas políticas e econômicas preocupam o Brasil e o mundo. No território nacional, nos últimos tempos, protestos de diferentes classes trabalhistas, greves de funcionários públicos, escândalos de corrupção e a alta do dólar tem preocupado, e muito, a população, especialmente as empresas em geral, que, juntas, estão demitindo milhares de funcionários, para cortar os gastos.

Apesar de demissões em massa serem comuns em cenários de crise como o atual, muitas pessoas, consideradas mais essenciais ou valiosas para a empresa, continuam trabalhando, porém, com uma falta de motivação e medo característico de quem acabou de ver inúmeros colegas ficarem desempregados.

Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, em tempos de crise, a gestão de mudanças também pode ajudar nessa transição. "O clima organizacional fica muito pesado quando há um plano de demissões em andamento; as pessoas não param de falar sobre o assunto, e sentimentos misturados, como angústia e ansiedade, se tornam comuns, o que faz a produção cair consideravelmente", explica a profissional.


Nesse ambiente de transações é que a verdadeira faceta de cada um começa a se mostrar, segundo o que afirma Madalena. "Existem dois tipos de comportamentos utilizados para resistir à mudanças: passivos, em que a pessoa deixa de produzir de maneira adequada e não colabora mais, e o ativo, em que o colaborador começa a sabotar a empresa, além de falar mal, ridicularizar e intimidar seus superiores. Essas posturas indicam como o indivíduo está digerindo as mudanças e desligamentos que estão ocorrendo no ambiente da empresa", observa.


Mesmo com o cenário econômico em condições ruins, como o do Brasil atual, ainda se torna difícil para alguns assimilar a necessidade de mudança sem resistência. "Existem diversos motivos pelos quais uma pessoa pode lutar contra um processo de transformações, sendo alguns dos principais o medo dos resultados posteriores; a crença de que a mudança não é necessária; falta de confiança em seus superiores e sentimento de impotência perante o que está acontecendo”, lista a profissional.


A gestora fala que conscientizar as pessoas que ficam na empresa sobre a necessidade dessas mudanças é fundamental, para que não fique nenhum sentimento de falta de justificativa ou satisfação. "Apesar de ser um processo doloroso, é preciso mostrar que é para o bem da organização. Incentivar o corpo de colaboradores a fazer sempre seu melhor, para que outros planos de demissões não ocorram, também é importante, além de evidenciar o porquê de tudo aquilo estar acontecendo, se pautando no que está ocorrendo com a economia, também pode ajudar", pontua.


Madalena conclui, dizendo que os superiores devem dar o exemplo, se tornando mais presentes na vida empresarial, e, quando necessário, deixando de receber alguns benefícios, como forma de demonstrar que eles, também, estão se sacrificando. "Embora não seja possível agradar a todos com os processos de mudança, é papel dos líderes minimizar esse desconforto, mostrando que isso acontecerá para o bem coletivo e criando estratégias de gestão para acabar com as resistências às mudanças", finaliza.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

É preciso pensar como o dono da empresa

Madalena Feliciano*
Você, como funcionário, já teve ter escutado alguém lhe falar que “é preciso pensar ou agir como se você fosse o dono da empresa”. Mas como fazer isso sem parecer arrogância da sua parte, e sim apenas comprometimento com o emprego? Explico a seguir as melhores maneiras de pensar como o dono – e os benefícios que isso pode lhe trazer.
Normalmente, ao dizerem que você precisa pensar como o dono, as pessoas estão se referindo a maneira com a qual você se preocupa com a empresa. Em tese, quando você pensa como o proprietário, suas preocupações, comprometimento e resultados aumentam – assim como o conhecimento sobre o local de trabalho e clientes.
Porém, será que os trabalhadores conseguem pensar na empresa em que trabalham como se fossem donos dela, em vez de meros empregados? O mundo atual comprova que sim – prova disso são as instituições mais bem-sucedidas do mundo procurarem por profissionais que pensem ‘fora da caixinha’. Independente do cargo, os trabalhadores devem encarar qualquer desafio como se fossem os empresários responsáveis pelo setor, pensando como melhorar processos e economizar recursos dentro de sua área.
Como você acha que os líderes chegaram onde estão? Muitos deles possuem essa característica em comum: a de agirem como empreendedores e estarem dispostos a errar. O fundamental para o profissional atual é ter uma atitude empreendedora, independente do seu emprego e cargo. Quem não arrisca, não petisca.
Quem empreende corre maiores riscos. É difícil acertar desde o começo – e os possíveis erros significam tempo e dinheiro que foram “jogados fora” na visão de muitas pessoas. Por isso, se você trabalha em uma empresa, garanta que ela apoie o seu empreendimento e possíveis falhas. Apresente bem as suas ideias e diga o que você espera alcançar com seu novo plano. Praticamente todos os chefes gostam de ouvir novas ideias para sua empresa. Apresente-as formalmente, marcando uma reunião e estando disposto para possíveis críticas. Se não conseguir o apoio da primeira vez, não desista. Melhore o que foi pedido e peça opiniões para pessoas diferentes.
Em geral, os jovens dessa nova geração buscam ser empreendedores, as empresas, por outro lado, buscam reter os seus melhores e jovens talentos. Portanto, quando se é um bom profissional, ter o apoio da empresa é algo mais fácil para apostar em novidades. Faça tudo bem feito e planejado. Essas preocupações antecipadas podem lhe dar uma imensa vantagem, afinal de contas, a liderança e o empreendimento são a arte de fazer as coisas simples – mas muito bem-feitas.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Saiba seis dicas de como fazer seu marketing pessoal bem feito


Você consegue se definir como profissional? Quais são suas características? Qualidades, defeitos e muitas outras perguntas são feitas e analisadas não só em processos seletivos, como também ao decorrer da sua trajetória. Entender seu perfil comportamental e o modo como você gosta de trabalhar são fatores importantes para conseguir crescer no mundo corporativo. Quer entender como? Leia mais nesta matéria!

O Nube realizou uma pesquisa em 2017 para saber qual é o primeiro aspecto notado quando se conhece alguém no ambiente profissional. Dos 43.573 participantes, 63,13% aponta a postura como o ponto mais observado. Isso mostra a importância e a necessidade de aprender a se impor de forma impactante e notória perante seus colegas durante sua vida.  

Para vencer a competitividade e garantir seu espaço no âmbito empresarial, Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers garante: o marketing pessoal é uma ferramenta indispensável. “Você promoverá, divulgará e venderá sua marca. Assim, saberá seus objetivos e como se portar em momentos de dificuldade”, aponta. 

Para a gestora, muitos acabam não ascendendo em sua área por falta de colocação. “Muitos se perdem por não terem um posicionamento estabelecido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia em seus escopos”. Portanto, é fundamental desenvolver essa questão para ser reconhecido. 

Pronto! Agora você já sabe como encontrar sua identidade e alcançar ainda mais sucesso em sua vida!

Você sabe como impressionar em uma entrevista de emprego?

O mercado de trabalho brasileiro nunca esteve tão competitivo. Com a crise econômica e a pouca oferta de vagas nas empresas, se você vai participar de um processo seletivo, não pode contar que irá ter uma nova oportunidade de impressionar o entrevistador. Embora uma boa apresentação seja essencial, muito mais do que isso, o que o candidato fala durante a entrevista é que irá definir sua contratação - ou não.
A gestora de carreiras Madalena Feliciano, diretora do Outliers Careers, explica o maior erro dos candidatos à vagas de empregos “Desde estagiários à altos executivos, o maior erro, é, sem dúvidas, não saber falar. Não digo gramaticalmente, embora seja também importante, mas sim, se vender como profissional. Mesmo que o seu currículo não tenha grandes qualificações, se você souber mostrar para o entrevistador toda a sua capacidade pessoal e profissional, isso irá com certeza te colocar no topo da lista dele”, diz.
Segundo a especialista, manter uma postura defensiva pode atrapalhar o desenvolvimento do candidato durante a entrevista “O entrevistador quer ouvir o que não está no currículo. Projetos em que o candidato participou, porque participou, o que ele acrescentou, situações em empregos anteriores que levaram a grandes tomadas de decisões, cases de sucesso - caso tenha algum - e por aí vai. Tudo o que possa ajudar a convencer o entrevistador que você é perfeito para aquela vaga”, afirma a Madalena.
Madalena acrescenta que, por esse motivo, conhecer tudo sobre a empresa para qual está se candidatando é muito importante “O que o entrevistador analisa durante a entrevista, é se a visão e os valores do candidato coincidem com a da empresa. Por isso algumas perguntas são muito comuns - onde o candidato se vê em 5 ou 10 anos, pontos fortes e fracos e, principalmente, porque ele quer trabalhar na empresa. Nunca vá despreparado à uma entrevista”, aconselha a especialista.
Por esse motivo, muitos profissionais desempregados encontram dificuldade para voltar para o mercado de trabalho. De acordo com Madalena, os executivos que decidem procurar o auxílio de um coaching acabam saindo na frente, pois vão para as entrevistas preparados “Eu vejo profissionais que ficaram anos trabalhando na mesma empresa e não sabem mais se portar em uma entrevista de emprego. Por muito tempo não precisaram falar de si mesmos e convencer alguém a contratá-los. O coaching de carreiras auxilia nessa parte. Através do histórico profissional da pessoa e sua personalidade, o coach vai ensinar ao profissional a fazer seu marketing pessoal corretamente, falar das suas reais habilidades e talentos”, comenta.
Além disso, empresas de recolocação de mercado, como a Outliers Careers da Madalena Feliciano, apresentam os candidatos à vagas de emprego de suas áreas de atuações e os auxiliam durante todo o processo “Na minha empresa, realizamos no mês de outubro 3820 negociações para nossos candidatos e, desse número, 82 chamadas de entrevistas e 10% deles foram recolocados no mercado. É um processo que realmente vale a pena”, conclui a gestora.
Outliers Careers
Madalena FelicianoGestora de Carreira
(11) 2737-1724
madalena@outlierscareers.com.brwww.outlierscareers.com.br


Professor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Quatro passos para sair da onda do desemprego

“Manter-se sempre atualizado sobre a sua área e atribuições, proporciona maior direção para recomeçar. Além disso, estar presente em palestras e workshops, manter o networking ativo, ampliar seus conhecimentos e, principalmente, fazer o que gosta com muita energia, são estratégias para minimizar as consequências do desemprego”, aconselha Madalena Feliciano, coach de carreiras e diretora do Outliers Careers e Instituto Profissional de Coaching, de São Paulo (SP). Confira outras dicas da especialista.
Conheça a si mesmo | Madalena afirma que os profissionais que passam muitos anos na mesma empresa, sabem de cor a missão, visão e valores da companhia, mas quase nunca conhecem essas informações de si próprio. Para ela, vale a pena investir em conhecimento e tirar os planejamentos do papel. “Faça aquele curso da segunda língua que você nunca teve tempo, vá naquele workshop que insistia em cair no dia do rodízio e até cuide da saúde, que quase sempre deixou em segundo plano”, sugere.
Aumente sua visibilidade online | “A Internet não só pode como é a principal aliada na busca de uma recolocação profissional. Além das mídias voltadas para recolocação, existem diversos portais que dão cursos online gratuitos com certificado e sites específicos de atualização. As redes sociais também ajudam a fazer novos contatos profissionais e reativar os perdidos. Até mesmo encontrar uma fonte de renda alternativa para enfrentar as contas que virão”, orienta.
Atue como freelancer | Essa é uma ótima forma de se manter ativo e conseguir uma boa renda. “Dessa forma, você aumenta suas chances de ter novas oportunidades no mercado formal, desde que o trabalho não o tire do foco principal. Muitas vezes, os profissionais estão tão atribulados trabalhando em um freelancer por ‘não conseguir’ um emprego formal, que não se dão conta que isso só acontece por não se dedicaram à busca de emprego”, afirma a coach.
Porte-se bem em entrevistas de emprego | “Muitos profissionais travam exatamente na hora da entrevista. No entanto, é fundamental que o profissional procure saber sobre a empresa a qual o entrevistará, bem como seu código de vestimenta e as atribuições do cargo que ele irá ocupar. Fazer uma boa apresentação também é importantíssimo. E, principalmente, manter a calma”, aconselha Madalena.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Como construir e manter um bom networking?

Com as inúmeras transformações no mercado de trabalho, ser um destaque é uma boa saída para quem busca sucesso. Para isso, uma das estratégias para crescer na carreira e potencializar suas oportunidades é investir no networking. Você pratica? Veja os principais benefícios desse conceito.

Segundo Madalena Feliciano, gestora de carreira, construir uma rede de contatos é fundamental para estar ativo no mercado e ter a chance de trocar experiências com outros profissionais. “É uma via de mão dupla, você pode precisar de indicações e orientações sobre a carreira e a outra parte também tem esse auxílio”, esclarece. 

Nicole Crespo, analista de treinamentos, enfatiza a utilização dessa ferramenta para desenvolver seu marketing pessoal, ou seja, poder vender a sua imagem, ao se fazer presente nas redes sociais e também em eventos e palestras. “Tudo isso é importante para você ser lembrado”, revela.

Ficou curioso e quer conhecer outras vantagens desse termo? Assista ao vídeo da TV Nube em nossa página oficial do youtube no link abaixo e construa uma jornada promissora!


Matéria oficial nube.com.br


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Vai fazer uma entrevista por vídeo? Saiba 7 passos para se dar bem

Madalena Feliciano dá dicas para nada sair errado durante a conferência

Nos últimos três anos, de acordo com Robert Half, empresa de recrutamento especializado, a utilização de videoconferências como método de entrevistas para seleção de candidatos aumentou em torno de 52% no Brasil. Com a crise que assola o país, essa tática, além de ser econômica, é também mais rápida e cômoda para ambas as partes e sua implementação tende a crescer. No entanto, justamente por sua praticidade, a preparação do candidato deve ser ainda mais rigorosa.
De acordo com Madalena Feliciano, gestora de transição de carreiras e também diretora do Instituto Profissional de Coaching, o menor erro pode indicar despreparo do candidato e pegar muito mal “Fatores como conexão de internet e testes prévios são importantes, pois problemas técnicos geralmente não são bem vistos nessas situações, pois podem indicar desorganização do candidato, uma vez que este já se encontra em sua zona de conforto e poderia ter se preparado mais”, diz a especialista, também diretora do Outliers Careers.
Com o advento da Internet, muitas rotinas produtivas mudaram seu formato, afinal, tudo se tornou mais rápido e fácil ao passo em que as tecnologias se desenvolveram “Agora é possível que uma pessoa trabalhe de casa, usando seu computador pessoal e sua empresa se localizar do outro lado do mundo, tudo por causa desses avanços. Porém, tudo feito de casa exige muito mais disciplina do que o normal. Pior do que trabalhar sob pressão é trabalhar sem pressão nenhuma: qualquer descuido implica em relaxamento e significa que o profissional não é confiável”, comenta Madalena.
A gestora fez uma lista de cinco dicas para quem enfrentará uma entrevista via vídeo e deseja ter sucesso nela. Confira:

1. “Se atente ao ambiente. Locais com muitos barulhos paralelos, como crianças chorando, televisão em som alto e latidos, por exemplo, pode atrapalhar, e muito, a conversa do candidato. De preferência, fique em um ambiente isolado, e peça pela compreensão de todos, para que a entrevista possa ser tranquila. Escolha também um fundo branco para a sua entrevista, de preferência”, comenta;

2. “Confira sua conexão. Sempre bom reiterar, mas confira, com dias de antecedência, como está sua internet e a velocidade do seu computador, se ele está infectado por vírus, etc. Além, claro, de preparar uma iluminação e áudio adequados”, pontua a gestora;

3. “Seja pontual. Assim como um encontro presencial, a reunião via internet deve ser iniciada na hora correta”, diz;

4. “Se apresente bem. Não é só porque a entrevista é feita via vídeo que o candidato deve se descuidar com o vestiário e com o linguajar, pois tudo será minuciosamente julgado pelo contratante. Preste muita atenção na postura também”, aconselha Madalena;

5. “Tenha as informações à mão. O bom profissional está sempre previamente preparado, demonstrando que tem informações prévias sobre a empresa e vaga ofertada. Mostrar conhecimento e uma argumentação eficaz ajudam na avaliação de desempenho do candidato”, afirma Madalena.

6. “Cuidado com o user do e-mail. Ter um e-mail profissional, com seu nome e sobrenome, ou pelo menos as iniciais, é imprescindível. Qualquer coisa que não seja isso, mostra tudo, menos profissionalismo”, alerta Madalena.

7. “Feche todos os outros programas desnecessários. Além de tornar a conexão mais lenta e poder atrapalhar a videoconferência, evita que sons inesperados comecem a tocar, ou que algum dos programas trave e comprometa a entrevista”, finaliza a especialista.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Job Rotation. Você utilizaria essa prática?

Job Rotation como novo processo de aprendizagem empresarial
O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e treinamento pode capacitar ainda mais profissionais
Job Rotation é uma prática de treinamento de algumas empresas, que divide opiniões entre profissionais. Consiste em fazer um novo funcionário passar por diversas áreas da empresa por um determinado período de tempo, antes de ser alocado em sua área específica de atuação.
Dessa forma, um funcionário recém-chegado à empresa passa um tempo tralhando na área financeira, no marketing, vendas, produção, entre outros setores que houverem na empresa contratante. As vantagens desse processo tornam o profissional mais completo, porque o obrigam a sair de sua zona de conforto e o fazem desenvolver um alto grau de conhecimento sobre todas as atividades da corporação. Tornam o funcionário mais apto a lidar e resolver eventuais problemas de forma mais efetiva, uma vez que terá uma visão geral dos possíveis efeitos na empresa.
Madalena Feliciano, gestora de operações da Outliers Careers e especialista em transição de carreira, diz “Independente do cargo, os trabalhadores devem encarar qualquer desafio como se fossem os empresários responsáveis pelo setor, pensando como melhorar processos e economizar recursos dentro de sua área”
No entanto, o job rotation também tem suas desvantagens. Alguns diretores de RH e estudiosos afirmam que essa prática não torna o profissional mais capacitado. Pelo contrário, causam frustração pela falta de oportunidade de adaptação a um setor e por não proporcionar uma formação específica em uma determinada área.
Especialista em realocação de mercado, especialmente da terceira idade, Madalena expressa seu posicionamento “O fundamental para o profissional atual é ter uma atitude empreendedora, independente do seu emprego e cargo. Quem não arrisca, não petisca”, diz.
De uma maneira geral, todas as técnicas de treinamento, não apenas o job rotation variam de empresa para empresa. E se você vai ou não se adaptar, é muito pessoal. Em caso de não adaptação, converse com seus superiores para ver se há outra opção que melhor se adeque a você.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Cinco dicas de Madalena Feliciano de como sair do desemprego

Madalena Feliciano, explica o que fazer para ser produtivo durante esse tempo livre
Desemprego é a palavra da vez. O Brasil vive a sua pior crise econômica na história e há mais de 14,3 milhões de desempregados no país. Se você é um deles, essa matéria é pra você.
1 - Refletir suas escolhas profissionais.
Segundo a especialista, uma boa forma de transformar esse tempo chato do desemprego em algo útil para você a longo prazo, é repensar sua carreira, o motivo que te levou a estar desemprego e se perguntar se você realmente está no caminho certo. “Infelizmente, vejo que muitos bons profissionais se perdem na carreira porque não têm um posicionamento definido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia no que realmente lhes interessa”, aconselha Madalena Feliciano, gestora projetos da empresa Outliers Careers. “Para um bom posicionamento você precisará fazer um montante de escolhas pessoais e profissionais, exteriorizá-las e torná-las palpáveis e concretas. As características de uma empresa bem posicionada já estão dentro do próprio gestor, por isso, antes de tudo, você precisa se concentrar nas suas características pessoais. Por exemplo, ‘Qual a sua missão de vida? Quais são seus desejos? Qual a razão de fazer o que você faz? Quais problemas você gosta – e deseja – resolver?’” É importante ter essas questões pré-definidas antes de procurar por um novo emprego. “São essas qualidades que irão distinguir sua atuação no mercado ou sua marca. Suas virtudes são aqueles pontos chaves que farão você ser reconhecido”, finaliza.
2 - O currículo é sua carta de apresentação.
“Essa é a hora para investir em educação. Use a internet como uma aliada e deixe seu currículo cada vez mais recheado. Existem milhares de cursos online, tutoriais, e-books, etc. Outra atividade que pode ajudar nesse período é visitar eventos, feiras e congressos voltados à carreira. Além de manter-se atualizado sobre o mercado, cada presença em um evento desses é mais uma oportunidade para conhecer pessoas com interesses semelhantes de forma menos formal – quem sabe seu novo chefe ou colega de trabalho não esteja ali também?”, comenta Madalena.
3 - “Se não está na internet, não existe”
Nos tempos atuais em que a Internet domina, estar conectado não é apenas para adolescentes e jovens adultos, e principalmente não pode ser encarado apenas como lazer. Virou ferramenta de trabalho.“Deixe seus perfis online sempre atualizados e atrativos, tenha um bom networking digital, saiba o que acontece no mundo. Converse com ex colegas de classe ou trabalho, amigos, professores, etc., e faça com que eles saibam que você está à procura de um emprego – de forma sutil. Uma indicação é sempre algo positivo na hora da conquista de um novo emprego”, sugere.
4 - Tire seu cartão de visitas do bolso!
“O freelancing é uma ótima maneira de continuar exercendo a profissão com retorno financeiro. Essa é uma fonte de renda que pode ajudar nos períodos de desemprego e, além disso, oferece novas oportunidades de conhecer pessoas da área – ou seja, novas oportunidades de emprego. Para isso, tenha sempre seu cartão de visitas consigo.”, afirma a gestora.
5 - Finalmente uma entrevista de emprego?!
Antes de se candidatar a vaga, pare, analise a empresa e veja se ela combina com o seu perfil profissional. “Você torna a empresa mais ‘palpável’ e passa a entender de forma concreta como o processo funciona ali dentro. As características culturais impostas pela instituição combinam com as suas? Você admira as qualidades da empresa, assim como seus serviços e produtos? Se a resposta para essas perguntas for ‘sim’, você já está no caminho certo”, comenta Madalena. Faça uma pesquisa ampla sobre o mercado de atuação da empresa, sua missão, visão e valores. E compare com os seus. “Vasculhe mesmo. Já que você possui a internet, use-a a seu favor.”, incentiva. E ainda dá um último conselho importante para a hora da entrevista. “Profissionais que mostram conhecimento anterior e interesse sobre a empresa ganham pontos positivos com os chefes.” lembra a gestora.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Mobilidade inteligente, educação e empregabilidade

O perfil dos estudantes vem se modificando de forma acentuada desde os anos 1990, impulsionado pela utilização da internet. Desde que surgiram os smartphones as pesquisas se tornaram muito mais rápidas, a um clique do aluno a partir de qualquer lugar.
Essa facilidade trouxe grandes benefícios ao estudante, que pode pesquisar assuntos diversos em curto prazo de tempo, coisa que não faria se precisasse se deslocar para acessar uma biblioteca física tradicional.
A tecnologia contribui com o crescimento intelectual e cultural dos alunos. Paralelamente, os trabalhos escolares passaram a ter mais qualidade técnica e também mais rigor na avaliação por parte dos professores, justamente por causa da facilidade de consulta e do maior acesso a novos acervos, pesquisas científicas e publicações técnicas, entre outros meios de informação.
Acompanhando esse processo de evolução surgiu ao aluno a possibilidade de cursos à distância, excelente para quem vive longe dos grandes centros urbanos e também para quem quer fazer cursos fora do Brasil sem sair de casa.
A evolução não parou por aí. Graças à disposição de professores em ajudar alunos a resolver exercícios, ensinar e reforçar conceitos, foram criadas aulas gravadas disponíveis a quem precisar. No canal Youtube surgiram cursos e, principalmente, aulas de curta duração em vídeo para todas as necessidades.
A neurociência já provou que cada pessoa tem um estilo de aprendizagem, isto é, algumas têm facilidade para aprender por meio de áudio, outras por imagens e vídeos, outras discutindo e outras pela prática.
Entender qual é o melhor método para si mesmo gera autoconhecimento e potencializa o autodesenvolvimento em curto prazo.
Do ponto de vista da construção de uma carreira, hoje sabemos que é preciso um pouco mais do que uma boa formação acadêmica para garantir a chamada empregabilidade, nome dado à capacidade de adequação do profissional às novas necessidades e dinâmica dos novos mercados de trabalho.
Nesse contexto a inteligência emocional do engenheiro é tão importante quanto sua habilidade técnica. Atuais indicadores do mercado de trabalho apontam que a maioria (aproximadamente 85%) das demissões se dá por problemas comportamentais e não técnicos.
A boa notícia é que por meio de alto impacto é possível preparar profissionais para a produtividade que o mercado exige e para os resultados que as empresas cobram.
Qual é o comportamento adequado diante de desafios? Qual deve ser a postura diante das mais variadas situações? O que deve ser feito para estar bem preparado para superar exigências e ser um profissional diferenciado? Qual é a importância de estar sempre aberto ao novo, à autorreflexão e à melhoria contínua de si mesmo?
Este momento de transição para a mobilidade inteligente em âmbito mundial, com novas tecnologias que afetam o ambiente das organizações, é uma convocação ao debate de ideias e compartilhamento de experiências, em especial na educação de engenharia.
Estamos de fato preparando engenheiros para o futuro? Essa questão definiu o foco das discussões do grupo de debatedores do painel de Educação de Engenharia do Congresso SAE BRASIL 2017, formado por estudantes, profissionais dedicados à pesquisa de aplicativos, à prática processos inovadores de aprendizado em universidades e em mídias sociais, e à gestão de carreira e treinamento para engenheiros.
Por: Madalena Feliciano e Leonardo Macarrão Jr.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Deficiência física não é empecilho para conseguir emprego

O maior desafio dos candidatos ainda são os requisitos exigidos por determinadas empresas e a falta de informação de seus direitos.  A lei é de 1991, mas o sistema de cotas em empresas ainda é muito pouco engajado e se mostra imaturo perante tantas oportunidades.

Empresas com mais de mil funcionários precisam ter 5% do quadro de funcionários preenchido por pessoas com deficiência. Mas, apenas 8% das companhias brasileiras cumprem essa meta. Em alguns casos, gestores imaginam que não há pessoas com deficiência o suficiente para cumprir as cotas previstas por lei. “Há uma crença de que essas pessoas não seriam qualificadas o suficiente para preencher os requisitos. No entanto, segundo pesquisas, uma em cada quatro pessoas têm ensino médio completo”, destaca Madalena Feliciano.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Como montar um plano B para superar a crise

Madalena Feliciano*
O cenário político e econômico atual faz com que instabilidade tome conta nas empresas. O resultado disso são as várias demissões que ocorrem, deixando um medo coletivo de perder o emprego. É preciso então reagir com ânimo e não deixar se abater pelo pessimismo.
A crise traz uma série de incertezas, sejam profissionais ou pessoais. Ter equilíbrio e inteligência emocional pode ser difícil, mas quem conseguir se manter motivado e concentrado nesse momento conturbado pode superar bem a crise. Além de passar a ter um perfil pró-ativo e criativo, afastar-se de pessoas que podem minar seu progresso também é importante.
É importante planejar bem as ações que serão tomadas, além de sempre procurar aperfeiçoar seu currículo. Um bom empreendedor precisa ter um planejamento, saber o que fazer e como fazer. Para ajudar na construção de uma carreira, existem diversos cursos e treinamentos hoje disponíveis no mercado. Ter um diferencial vale muito.
Uma ferramenta que pode ser muito útil nessas horas é a internet. Muitas pessoas reclamam que a participação em feiras, cursos, congressos e especializações exige um dinheiro que está não disponível no momento. Hoje existem cursos e palestras on-lines e gratuitas, então vale a pena buscar informações pela internet. Não pode se acomodar.
Plano A ou plano B?
É possível tomar algumas medidas e ter um plano B. O desemprego é um choque em qualquer momento. Então criar o próprio plano, elaborar seu currículo e aumentar o networking podem ser atitudes para construir plano B.
Porém, não se deve esquecer plano A. Afinal, como o próprio nome diz, o plano B é o segundo plano. Tem que traçar estratégias para o plano A se concretizar. O plano B é uma alternativa, mas tem gente que se envolve demais nele e deixa o plano A a mercê da sorte. Daí a possibilidade de ter êxito é muito menor.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

O que pode ou não em uma entrevista?

Quando o assunto é entrevista de emprego, pensar antes de falar ou fazer é extremamente necessário. Um pequeno deslize involuntário pode custar a vaga e, por isso, é importante saber quais atitudes e palavras evitar nessa primeira impressão. 

Existem algumas frases clichês, péssimas para o momento. Contudo,“fugir” delas, não é tão complicado assim. “Ser criativo conta muitos pontos. Porém, apenas se dizer criativo, não. Quando o termo é usado para se autodefinir, ela vira um adjetivo vazio”, explica Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers. Nesse caso, é melhor não falar nada, pois se você realmente for inovador, o seu portfólio deixará claro.

Quando questionado sobre trabalhos anteriores, é preciso ser transparente, conciso, e reportar apenas o necessário. “Fale por quanto tempo atuou em cada um deles, de quais projetos participou e quais competências desenvolveu por meio deles, sem ‘encher linguiça’”, diz.
 
Outra postura comum é se dizer em busca de novos desafios, todavia, o entrevistador sabe disso. “Por isso, se mostre interessado em como a função contribuirá para o seu crescimento, sempre demonstrando vontade de aprender coisas novas”, exalta Madalena. 




Diga como gosta de acompanhar os processos até o fim, sem deixar nada pela metade, e comente, por exemplo, ser você quem planeja, cobra e marca as reuniões dos projetos na faculdade. Além disso, jamais use gírias, palavras chulas e gerúndio demais. Preocupe-se com seu tom de voz.

Como fazer um bom currículo?

Quem está buscando por novas oportunidades, uma recolocação, ou até mesmo entrar no mercado de trabalho, precisa ter total atenção na hora de produzir o currículo. Mesmo ele sendo a porta de entrada do candidato na empresa, muitos ainda têm dúvidas quanto ao conteúdo válido. 

De acordo com gestora de carreira da Outliers Careers, Madalena Feliciano, ele deve ser objetivo, com as experiências do profissional e estar adaptado de acordo com o cargo aspirado. Além disso, precisa ter uma estrutura limpa, organizada e corrigida minuciosamente. “Esse  documento causa a primeira impressão no recrutador. Se bem elaborado, com capricho e cuidado, pode estimular quem está lendo a prestar mais atenção nos dados”, ressalta.



Primeiramente, reflita sobre todas as informações e ideias, ou seja, tudo considerado importante, antes de começar a criá-lo. “Comece com o mais relevante: nome, endereço, e-mail, telefone e idade”, aconselha a gestora. Destaque a posição almejada ou a área de atuação. “Evite colocar suas qualidades e pontos de melhoria. Caso queira, o entrevistador questionará pessoalmente”, explica Madalena.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Quatro características que destacam um bom líder

Liderar pessoas é um comportamento complexo, que vai além de técnicas, conhecimentos e experiências. Ser um bom líder no mercado de trabalho hoje em dia é uma função que exige muito do profissional, faz com que ele precise saber lidar com pessoas e situações diferentes e adversas da melhor forma possível sem perder a compostura, paciência e o foco nos objetivos traçados – e, para aprender a fazer isso da melhor forma, o coaching é um dos melhores recursos possíveis.
“As empresas mudam muito de acordo com os seus líderes e a forma com que cada um deles trabalha. Um líder que trabalha com as estratégias de coaching que lhe foram ensinadas é aquele que ousa ser e fazer diferente, que se importa verdadeiramente com os seus liderados e que entende a importância de buscar no seu interior o melhor de si mesmo para extrair dos outros o melhor de cada um”, explica Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers.
Madalena destaca quatro características fundamentais que possibilitam liderar pessoas de forma surpreendente e alcançar resultados extraordinários. “O primeiro ponto é construir ambientes seguros: a segurança é uma das necessidades básicas de qualquer ser humano”, comenta.
O bom líder sabe que para obter a adesão verdadeira da sua equipe e alcançar os resultados desejados ele precisa do comprometimento, motivação engajamento de cada colaborador da empresa, e que isso só acontecerá quando as pessoas estiverem abertas e receptivas se sentirem seguras para poder agir. “Para isso acontecer, o ideal é colocar em prática os princípios fundamentais para todo ser humano – como respeito, bom senso, e educação -, gerar confiança entre todos os membros da equipe e conseguir o comprometimento e engajamento de todos” diz.

Outra característica importante de um bom líder é construir uma boa comunicação, que dê força e crie uma diferença na equipe. “As palavras são poderosas, por isso, a forma de comunicação de um líder é essencial” observa a especialista. Para liderar as pessoas, o Líder deve desenvolver a habilidade de se comunicar com maestria, para isso, o ideal é aprender a ouvir a essência do que dizem os colaboradores, trabalhar a escuta ativa, compreender o modelo de mundo do seu liderado, visando adequar a linguagem e o meio de comunicação, e construir uma forma de comunicação clara, positiva e assertiva.
Outro ponto citado por Madalena como sendo de muita importância é o de respeitar códigos de honra. “Um líder que trabalha com as técnicas do coaching, possui forte compromisso ético que se reflete em cada palavra e em cada ação sua. Ele adota uma forma e uma filosofia de vida baseadas em códigos de honra, que faz dele alguém especial” diz. Isso significa que esse profissional consegue chegar aonde outros não chegaram, ver além do que os outros enxergam, esforçar-se além dos seus limites e superar os seus medos e fraquezas.
Agir no presente com foco no futuro é outro ponto levantado pela especialista. “A verdadeira arte da liderança está em saber viver no presente com foco no futuro”, exalta. Para isso, o ideal é manter a visão estratégica que o levará ao sucesso, ter prazer na sua profissão e na sua forma de trabalhar, acostumar-se a inspirar e influenciar toda sua equipe a partir do seu próprio comportamento, exemplo e atitude e lembrar-se do passado com orgulho – mas, principalmente, viver o presente com alegria, paixão e excelência, sempre mantendo o olhar no futuro com a certeza de bons resultados e boa performance.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Conheça ferramentas que auxiliam os profissionais no mercado de trabalho

O Assessment, Outplacement e o Coaching são ferramentas que auxiliam o profissional a encontrar soluções para a carreira

Não é de hoje que o profissional conquistou seus direitos e deveres no ambiente corporativo. Mais do que isso, hoje surgem especialistas que têm como objetivo auxiliar tanto o profissional quanto a empresa no processo de contratação, manutenção e desligamento do colaborador, fazendo com que todos esses processos burocráticos sejam realizados da melhor forma possível para ambos os lados.
Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, hoje em dia os mais procurados pelas empresas e pelos próprios colaboradores são o Assessment, o Outplacement e o Coaching. Estes processos consistem, resumidamente, na avaliação do profissional, identificando pontos fortes e pontos a serem melhorados, na recolocação no mercado e no aumento da performance. “É possível sim o profissional se auto-avaliar e voltar ao mercado de trabalho sem a ajuda de ninguém, – mas é claro que este processo se torna muito mais rápido e eficiente quando ele pode contar com o auxílio de uma empresa especializada, ou seja, profissionais que podem orientá-lo com relação a postura na entrevista,  revisão do currículo, pontos à serem melhorados e ainda ampliar sua rede de contatos, desta forma gerando uma maior possibilidade de recolocação, comenta a especialista.
Madalena lembra também que o Assessment é um método muito indicado para as empresas que desejam obter os melhores resultados dos seus colaboradores. “Essa ferramenta auxilia no desenvolvimento de habilidades de alto desempenho, descobrindo o que há de melhor em cada profissional e elevando ainda mais a capacidade existente nele”, explica.
Por meio de avaliações de competência, o Assessment auxilia as empresas na hora de estabelecer metas para selecionar e recrutar, avaliar o desempenho dos colaboradores, medirem o clima organizacional e criar planos de carreira. Com esse apoio, o profissional percebe seus pontos fortes e as áreas a serem trabalhadas para melhorar ainda mais o seu desempenho profissional. “Esse é um serviço que atualmente muitas empresas contratam a fim de conhecer melhor os seus funcionários e retirar o máximo deles, ao mesmo tempo em que oferecem para eles um ambiente seguro e agradável de trabalho – já que também auxiliam na hora de medir e melhorar o clima empresarial” comenta Madalena.
Já o outro processo, chamado de Outplacement, pode ser resumido no artifício de aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional desligado da empresa, preparando-o técnica e psicologicamente para as oportunidades de mercado, bem como para o planejamento de sua carreira.
O Coaching é hoje em dia a metodologia mais assertiva em busca de resultados, autoconhecimento, plano de ação, mudanças de hábitos e comportamento e ainda na transformação de crenças limitadoras, desta forma ampliando o resultado em diversas áreas da vida do profissional.
Madalena conclui que é fato que o profissional pode ser desligado de uma empresa e conquistar outra vaga sozinho, sem o auxílio de ninguém. Mas estes processos são de grande valor para poder passar por esta fase de forma mais tranquila e direcionada. Além disso, auxiliamos o profissional na montagem correta do seu currículo, tornando-o comercial e atrativo, no seu perfil no Linkedin (que funciona como um currículo online, disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana – e pode ser acessado por todos), e na manutenção de um bom networking, seja pessoalmente ou pela internet, por meio de redes sociais e profissionais e ainda trabalhamos fortemente a motivação e auto-estima, desta forma obtendo excelente resultados nos processos seletivos, ressalta a profissional.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Conheça melhor o LinkedIn e use-o a seu favor

Rede social de contatos profissionais, o Linkedin pode ser um diferencial na hora de conquistar um emprego e auxiliar na manutenção do networking.
Considerada a maior rede social profissional do mundo, o Linkedin tem como principais funções auxiliar no contato profissional, negócios em geral, buscar oportunidades de empregos, aumentar e manter o networking sempre atualizado, etc. Porém, apesar de todas essas funcionalidades, muitas pessoas ainda não fazem uso – e várias nem conhecem – essa rede, e, dessa forma, não sabem das oportunidades que estão perdendo.
Apesar de não ser popular quanto o Facebook, por exemplo, dados mostram que mais de 300 milhões de profissionais no mundo têm um perfil no LinkedIn, sendo 16 milhões só no Brasil. Segundo Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers, só agora muitas pessoas estão percebendo o quão útil pode ser essa ferramenta para alavancar a carreira. “O Facebook, por exemplo, pode sim ser um auxílio na vida profissional das pessoas, mas ele nem se compara ao LinkedIn. O segundo apresenta um caráter mais formal, oferecendo mais oportunidades para a conexão com antigos colegas de trabalho, com pessoas influentes na sua carreira, com a divulgação da empresa para clientes em potencial, etc. São muitas as possibilidades” resume a especialista.
Porém, um erro comum acontece quando as pessoas fazem um perfil na rede apenas quando estão desempregadas e “desesperadas” por um novo emprego. “Procurar o Linkedin apenas nessas horas é um erro. O processo na rede é contínuo, e os seus resultados costumam a aparecer em médio/longo prazo – e especialmente para pessoas que mantêm os seus perfis atualizados, participam ativamente de grupos e entram em contato com suas conexões com uma frequencia média de três meses”, explica Madalena.
O profissional comenta que, sabendo essa importância de estar sempre online, esse é um dos serviços oferecidos pela Outliers: a atualização de currículo juntamente com a atualização do perfil do Linkedin, fazendo com que a pessoa possa ter maior “sucesso” na rede, estando mais sujeita a conquistar um bom emprego e a desenvolver conexões com mais pessoas .
Madalena lembra que para o resultado ser alcançado, é preciso ter paciência e deixar o perfil completo, com todos os cursos que foram feitos, atividades e resultados alcançados em cada experiência profissional, trabalhos voluntários, projetos realizados, etc. “Como isso pode ser complicado para algumas pessoas, auxiliamos nesse processo, analisando tudo o que tem no currículo e selecionando atividades importantes a serem colocadas no perfil. Além disso, a rede permite receber e conceder recomendações – e é muito importante tê-las, já que com isso os recrutadores conhecem melhor o seu estilo de trabalho e sua personalidade antes mesmo do processo seletivo”, ressalta ela.
Outro ponto importante é investir em um resumo que chame a atenção de um possível recrutador, fazendo com que ele sinta-se curioso a olhar o restante do perfil. “Venda o seu peixe da melhor forma que conseguir. Escolha uma boa foto profissional para ilustrar sua página pessoal – já que dados mostram que perfis que possuem fotos são vistos sete vezes mais do que aqueles que não possuem imagem, e saiba como se ‘vender’: valorize seu trabalho e seu currículo e esteja visível para o mercado – afinal, quem é visto é lembrado”, exalta Madalena, que lembra: “se você não está com seu currículo disponívele atualizado na internet, está perdendo tempo e oportunidades”.
Outliers Careers
Madalena Feliciano
Gestora de Carreira
madalena@outlierscareers.com.br(11) 2737-1724
Professor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP.
www.outlierscareers.com.br