quarta-feira, 14 de novembro de 2018

As redes em favor das empresas na busca por profissionais

LinkedIn e Facebook são grandes aliados na hora de recrutar novos talentos ou divulgar uma empresa

A importância que a internet tem tanto na vida das pessoas, quanto na realidade corporativa, não para de crescer – e a tendência é que só aumente. Mas, para a sua influência e manuseio gerar um bom resultado, cabe as empresas saberem como utilizá-la a seu favor.
Segundo pesquisa da Education First realizada com 1.023 profissionais da área de negócios em dez países, incluindo o Brasil, 33% responderam que ferramenta digital tem um papel fundamental na promoção da marca e dos produtos de suas organizações. Seja para recrutar/conhecer possíveis novos colaboradores, para divulgar um novo material, construir uma boa imagem online, “medir” a sua popularidade e capacidade de engajamento na internet, as empresas, sejam micro ou multinacionais, começam a reconhecer cada vez mais o poder da internet e das redes sociais, – principalmente aquelas que apresentam um conteúdo que pode ser utilizado na vida profissional, como o Facebook, e principalmente, o LinkedIn. E isso pode ser comprovado por números: segundo pesquisa recente, 66% de pequenas empresas concordam que manter perfis em redes sociais é importante para os negócios, – coisa que, até pouco tempo, era apenas observada pelas grandes empresas.
Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da empresa Outliers Careers, comenta que essas duas redes citadas podem auxiliar na divulgação de oportunidades e na obtenção de informações sobre os profissionais ou empresa, já que podem ser uma boa fonte de informação sobre o histórico e experiências – principalmente quando trata-se do LinkedIn.
“Muitas empresas estão buscando profissionais pelo LinkedIn, já que por ali é possível recrutar e/ou selecionar profissionais com experiências em setores similares ou correspondentes ao que a empresa procura. Essa é a tendência do futuro”, diz Madalena.
O processo de recrutamento e seleção torna-se mais rápido e efetivo quando a empresa sabe utilizar a seu favor as redes – porém, como dito anteriormente, é preciso saber utilizá-las corretamente. “Todo cuidado é pouco, já que as empresas ficam muito expostas à reclamações e possíveis críticas feitas por um candidato, e isso pode causar certo constrangimento para a instituição”, ressalta a gestora.
Graças à internet, e principalmente as redes sociais, hoje é mais fácil para as empresas encontrarem profissionais com o perfil que tanto desejam para integrarem seus times. “Porém, para isso, é preciso que tanto a empresa quanto o profissional saibam utilizar bem as ferramentas oferecidas pela web”, comenta Madalena.
O Facebook também auxilia a empresa, mas de outra maneira. “Os usuários costumam demonstrar o apreço que possuem pelas marcas nessa rede, fazendo propaganda de um produto apenas porque gostam, – e nada é mais genuíno e proveitoso do que a propaganda gratuita dos próprios clientes” lembra.
O Facebook é item obrigatório para empresas que desejam passar a imagem de maior credibilidade, modernidade e interatividade. A rede permite a avaliação da instituição, um relacionamento mais estreito entre cliente e empresa, comentários e curtidas, etc. “Quando bem avaliada e atenta para as respostas dos seus ‘fãs’, a empresa torna-se bem quista online – e, com isso, conquista mais clientes e público em geral”, explica o especialista, que ressalta, “ou seja, se você deseja ser visto e lembrado, é preciso ter, pelo menos, uma página boa a bem atualizada no Facebook”.
Trabalhando em união com as ferramentas e facilidades oferecidas por essas duas redes sociais profissionais, assim como estando ciente das consequências que elas podem causar, sua empresa estará mais do que pronta para adentrar essa nova era digital. Você está esperando o que para usar – e abusar – da internet e suas infinitas possibilidades?

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Deixar o emprego e iniciar um novo negócio: vale à pena ? Quando é a hora ?

Largar o certo pelo duvidoso requer coragem e disposição – mas, muitas vezes, traz consigo a felicidade que o profissional não encontrava no antigo trabalho

Deixar um trabalho certo e estável para abrir seu próprio negócio pode parecer algo um tanto quanto assustador. É preciso estar mais do que preparado para dar esse grande salto – e não simplesmente “pular sem olhar para baixo” e sem medir as possíveis consequências. Além da coragem necessária para essa nova fase, existem formas mais seguras de alcançar o sucesso e aumentar as possibilidades de ser bem sucedido na abertura do novo negócio, só é preciso muito estudo e atenção em cada atitude.
Segundo Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers, é cada vez mais comum as pessoas desejarem abrir o seu próprio negócio e serem os seus próprios chefes, talvez pelo sonho de liberdade ou de poderem fazer o que gostam em seu próprio horário de trabalho – e, assim, sobrando mais tempo para sua vida particular.
Porém, não é sempre isso o que acontece. Qualquer um que deseja empreender e abrir o seu próprio negócio deve estar ciente que muitas vezes o novo trabalho ocupa mais tempo do que o antigo, por isso, ele deve ser algo que seja prazeroso para o profissional. “O inicio de qualquer negócio é algo que exige atenção e muita vontade, o que leva ao dono da instituição exercer a função além daquelas 8 horas diárias de segunda a sexta. Ou seja: Prepare-se para virar noites trabalhando”, diz Madalena.
Para saber se está apto a trabalhar por conta, antes de tudo é preciso ter uma boa ideia, estudar muito sobre a área em que se deseja abrir o negócio, estudar os concorrentes, ter bons conselheiros, um capital inicial disponível para investir na empresa, ter a certeza de que esse novo emprego lhe trará mais satisfação que o antigo, acreditar que o negócio não quebrará em, no mínimo, três anos, uma boa rede de contatos e autoconhecimento, para saber se você é disciplinado o suficiente para manter um negócio próprio.
“Você tem um bom produto ou serviço a ser oferecido? Ele já foi testado? Existem clientes reais que se interessam pelo o que eu vou oferecer? Essas são perguntas cruciais. Se a resposta for negativa, o melhor caminho pode ser voltar para o papel e caneta e começar do zero. É preciso que você seja capaz de descrever em poucas palavras o que seu serviço/produto é capaz de trazer como benefício para seus clientes. A partir desse momento, se torna concreto que você sabe o que quer oferecer ao mercado e como fará isso”, exalta a especialista.
Outro aspecto importante é escolher o local em que irá instalar o novo negócio, como será a estrutura, com quem irá se associar, onde captar recursos financeiros adicionais, a burocracia da documentação, etc. Esses são desafios que mexem com à paciência do empreendedor, mas que são necessários no início de qualquer projeto.
“Já com o negócio em andamento surgem as características comuns encontradas em qualquer emprego: gerenciar funcionários, lidar com pessoas, controlar estoques, negociações comerciais, pagamento de impostos… É preciso que o empreendedor saiba lidar com isso sem se estressar, já que são questões que acontecerão de forma contínua,” comenta Madalena.
A especialista comenta que esse não é um objetivo fácil de ser atingido, mas que, quando bem pensado e feito com atenção vale a pena o esforço. “Fazendo essa transição com naturalidade e muita vontade, tudo acontecerá mais facilmente, mesmo sendo sua primeira experiência como empreendedor. É preciso passar por vários obstáculos que surgem no caminho, mas, no final não há nada como ter um negócio para chamar de seu – e ter orgulho disso”, conclui.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Um salto para o sucesso, empreendedor

Deixar um emprego que te traz garantia para apostar em uma nova carreira ainda é considerado um passo de risco. Antigamente, a pressão exercida pela família na área profissional era um dos maiores fatores de desistência em empreendimentos. Hoje em dia, a razão se tornou muito mais séria. Em tempos economicamente instáveis como os que o Brasil passa no momento, deixar de lado uma carreira consolidada, pela incerteza de apostar em algo novo, é certamente um risco muito maior. No entanto, mesmo apesar de todos esses obstáculos, é cada vez mais comum observar pessoas seguirem o caminho que desejam, mesmo que isso exija maior esforço e traga menos retorno financeiro.
Madalena Feliciano, gestora de carreiras e diretora da Outliers Careers  conta que deixar um trabalho certo e estável para abrir seu próprio negócio pode parecer assustador, mas ainda é possível: “Não existe receita para que o resultado seja 100% positivo, mas existem sim algumas atitudes que podem ser tomadas para fazer com que o período de transição seja promissor”.
“Primeiramente, o profissional precisa saber se tem uma boa ideia para colocar em prática e, para dar esse grande salto é preciso estar preparado, ter um bom planejamento e saber com quem contar”, afirma Madalena, separando mais alguma dicas para ajudar estes profissionais:
1.Estudar a área de atuação e concorrentes, para acreditar que o negócio não quebrará em, no mínimo, três anos;
2.Procurar por bons conselheiros;
3.Ter um capital inicial disponível para investir na empresa;
4.Manter uma boa rede de contatos;
5.Antes de largar o atual emprego, ter a certeza de que esse empreendimento lhe trará mais satisfação que o antigo;
6.Autoconhecimento é importantíssimo, para saber se é disciplinado o suficiente para manter um negócio próprio.
Além disso, a gestora afirma que o profissional que deseja empreender, precisa estar ciente de que muitas vezes o novo trabalho ocupará mais tempo do que o antigo. “Principalmente no início, o empreendimento tomará maior parte do tempo e não trará grande retorno financeiro e, por isso, deve ser algo prazeroso. O profissional precisa estar preparado para virar noites trabalhando e pensando sobre como resolver possíveis problemas”, exalta, por fim, Madalena.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Deixar o emprego e iniciar um novo negócio: vale à pena ? Quando é a hora ?

Largar o certo pelo duvidoso requer coragem e disposição – mas, muitas vezes, traz consigo a felicidade que o profissional não encontrava no antigo trabalho

Deixar um trabalho certo e estável para abrir seu próprio negócio pode parecer algo um tanto quanto assustador. É preciso estar mais do que preparado para dar esse grande salto – e não simplesmente “pular sem olhar para baixo” e sem medir as possíveis consequências. Além da coragem necessária para essa nova fase, existem formas mais seguras de alcançar o sucesso e aumentar as possibilidades de ser bem sucedido na abertura do novo negócio, só é preciso muito estudo e atenção em cada atitude.
Segundo Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers, é cada vez mais comum as pessoas desejarem abrir o seu próprio negócio e serem os seus próprios chefes, talvez pelo sonho de liberdade ou de poderem fazer o que gostam em seu próprio horário de trabalho – e, assim, sobrando mais tempo para sua vida particular.
Porém, não é sempre isso o que acontece. Qualquer um que deseja empreender e abrir o seu próprio negócio deve estar ciente que muitas vezes o novo trabalho ocupa mais tempo do que o antigo, por isso, ele deve ser algo que seja prazeroso para o profissional. “O inicio de qualquer negócio é algo que exige atenção e muita vontade, o que leva ao dono da instituição exercer a função além daquelas 8 horas diárias de segunda a sexta. Ou seja: Prepare-se para virar noites trabalhando”, diz Madalena.
Para saber se está apto a trabalhar por conta, antes de tudo é preciso ter uma boa ideia, estudar muito sobre a área em que se deseja abrir o negócio, estudar os concorrentes, ter bons conselheiros, um capital inicial disponível para investir na empresa, ter a certeza de que esse novo emprego lhe trará mais satisfação que o antigo, acreditar que o negócio não quebrará em, no mínimo, três anos, uma boa rede de contatos e autoconhecimento, para saber se você é disciplinado o suficiente para manter um negócio próprio.
“Você tem um bom produto ou serviço a ser oferecido? Ele já foi testado? Existem clientes reais que se interessam pelo o que eu vou oferecer? Essas são perguntas cruciais. Se a resposta for negativa, o melhor caminho pode ser voltar para o papel e caneta e começar do zero. É preciso que você seja capaz de descrever em poucas palavras o que seu serviço/produto é capaz de trazer como benefício para seus clientes. A partir desse momento, se torna concreto que você sabe o que quer oferecer ao mercado e como fará isso”, exalta a especialista.
Outro aspecto importante é escolher o local em que irá instalar o novo negócio, como será a estrutura, com quem irá se associar, onde captar recursos financeiros adicionais, a burocracia da documentação, etc. Esses são desafios que mexem com à paciência do empreendedor, mas que são necessários no início de qualquer projeto.
“Já com o negócio em andamento surgem as características comuns encontradas em qualquer emprego: gerenciar funcionários, lidar com pessoas, controlar estoques, negociações comerciais, pagamento de impostos… É preciso que o empreendedor saiba lidar com isso sem se estressar, já que são questões que acontecerão de forma contínua,” comenta Madalena.
A especialista comenta que esse não é um objetivo fácil de ser atingido, mas que, quando bem pensado e feito com atenção vale a pena o esforço. “Fazendo essa transição com naturalidade e muita vontade, tudo acontecerá mais facilmente, mesmo sendo sua primeira experiência como empreendedor. É preciso passar por vários obstáculos que surgem no caminho, mas, no final não há nada como ter um negócio para chamar de seu – e ter orgulho disso”, conclui.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Profissionais Equilibrados


Além de serem competentes em suas funções e bem qualificados, os pré-requisitos para uma contratação, hoje, é a inteligência emocional. Com cada vez mais informação, tarefas a serem realizadas e estresse no dia a dia, a capacidade de saber trabalhar sob pressão e lidar com problemas de forma tranquila é um dos traços mais buscados por recrutadores. Não a toa, empresas fazem extensos processos seletivos e analisam cada detalhe do candidato, na esperança de realmente saber o máximo possível sobre o futuro contratado.

É importante enxergar como a falta de sensibilidade em se relacionar com os outros prejudica a imagem e o desempenho. “Quem sabe lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações costuma ter maior êxito em seus cargos, além de também manter a harmonia com os colegas no escritório”, explica Madalena Feliciano, diretora da Outliers Careers e do Instituto Profissional de Coaching.

Ainda de acordo com a especialista, por natureza, o ser humano é predisposto a seguir seus instintos, porém, é essencial ter discernimento para tomar decisões, além de tranquilidade e sabedoria na hora de buscar e executar as melhores estratégias.


Para Madalena, profissionais inteligentes emocionalmente tendem a obter resultados no trabalho, como promoções mais rápidas, acertos, um bom networking e maior facilidade em aprender coisas novas. “O profissional enxerga os obstáculos de um ângulo mais otimista, e isso faz com ele tornar-se um visionário, afinal, sabe como negociar, desenvolve a sua intuição e escuta mais seus líderes e parceiros”, diz a coach.


Deixar as emocionais tomarem conta das suas tomadas de decisão e ser incapazes de racionalizar de forma lógica, realista e estratégica, não permite chegar às melhores soluções. “Ao administrar seus sentimentos você garante a si mesmo e aos seus próximos uma maior produtividade, felicidade e realização própria. Viver de maneira equilibrada é a solução para os males”, conclui Madalena.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Saia da zona de conforto


Você está satisfeito com seu trabalho? Há espaço para melhorias? Existe um mundo cheio de possibilidades para além do já conhecido. Identificando quais comportamentos o incomodam e gostaria de realizar em sua vida, o próximo passo é agir. 


De acordo com a gestora Madalena Feliciano, da empresa de recolocação Outliers Careers, sair da sua zona de conforto vai lhe causar uma onda de energia e adrenalina, seguida por um sentimento de euforia leve. “Fará bem tanto pessoal, quanto profissionalmente. Esse pode ser o gatilho para fazer um projeto sair do papel ou para alterar as suas funções”, explica. 

Se você atua no mesmo emprego há algum tempo, mesmo estando insatisfeito com ele, provavelmente você está estagnado. Frases como ‘Isso é impossível para mim’, ‘É muito difícil’ ou ‘Pode vir a ser embaraçoso’, consequentemente faz a pessoa se agarrar a um conceito, como se sua vida dependesse disso. 

Contudo, já se perguntou por que crescer na carreira é tão importante? O que você espera realmente conquistar em sua trajetória profissional? Ainda existe um mundo cheio de possibilidades. Volte a se movimentar e conquiste a carreira almejada. O primeiro passo é com você, depois as coisas acontecem naturalmente. 



quinta-feira, 25 de outubro de 2018

4 características de um bom líder


Liderar pessoas é um comportamento complexo, o qual vai além de técnicas, conhecimentos e experiências. Ser um bom gestor no mercado de trabalho, hoje, exige muito do profissional, pois é preciso lidar com pessoas e situações diferentes e adversas da melhor forma possível sem perder a compostura, paciência e o foco nos objetivos traçados.


As empresas mudam muito de acordo com os seus gerentes e a forma como cada um deles trabalha. “É preciso ser e fazer diferente, se importar verdadeiramente com os seus liderados e entender a importância de buscar no seu interior, o melhor de si para extrair dos outros o melhor de cada um”, explica Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers.


A especialista destaca quatro características fundamentais: 


- Construir ambientes seguros: para obter a adesão verdadeira da sua equipe é preciso comprometimento, motivação e engajamento de cada colaborador da empresa. Isso só acontecerá quando as pessoas estiverem abertas e receptivas e se sentirem seguras para poder agir.   

- Boa comunicação: palavras são poderosas, por isso, a forma de falar é essencial. Desenvolva a habilidade com maestria. Para isso, o ideal é aprender a ouvir, trabalhar a escuta ativa, compreender o modelo de mundo do seu funcionário e construir uma troca de informações clara, positiva e assertiva.

- Respeitar códigos de honra: isso significa chegar aonde outros não chegaram, ver além, esforçar-se e superar os seus medos e fraquezas.




- Agir no presente com foco no futuro: mantenha a visão estratégica, tenha prazer em sua profissão e na sua forma de trabalhar, acostume-se a inspirar e influenciar toda sua equipe a partir do seu próprio comportamento, exemplo e atitude.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Retorne ao mercado de trabalho


O mercado de trabalho brasileiro continua sofrendo fortemente com a recessão econômica. No segundo trimestre de 2016, a taxa de desemprego no Brasil subiu para 11,3%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). Até o fim junho, o país já tinha ultrapassado os 14 milhões de pessoas procurando emprego.

Para Lurdes Domingos, professora do curso de Psicologia da UVA – Universidade Veiga Almeida no Rio de Janeiro, o trabalho é a tarefa de maior sentido na vida do ser humano. “Quando ele se vê obrigado a se desligar da rotina, a situação é semelhante ao luto e gera fragilidade”, observa. Levando em conta essa realidade, a gestora Madalena Feliciano, da empresa de recolocação, Outliers Careers, realiza um trabalho completo para o retorno da pessoa desempregada ao mundo corporativo. Veja algumas dicas para não sucumbir com a falta de oportunidades:

1. Superação e coragem andam juntas: para conquistar qualquer objetivo, o principal componente é a coragem. Desse modo, encarar uma demissão é uma tarefa necessária. É claro, existe um período no qual a pessoa sente tristeza pela perda da atividade, mas deve encontrar forças.

2. Você gosta do que faz?: se o tipo de função realizada não o faz feliz, talvez essa seja a chance de buscar outra coisa, em uma área diferente. Veja qual setor mais te agrada, assim terá mais chance de alcançar o sucesso.

3. Conheça o mercado: se for mudar de ramo, então é melhor estudar para qual segmento irá. Agora, do lado de fora, é a hora de fazer boas análises para encontrar a melhor vaga.

4. Comunicação interpessoal: em uma linguagem acessível, conheça e mantenha contato com pessoas do segmento de atuação almejado. Ter boa rede é muito importante para encontrar novas oportunidades. Por isso não se esqueça de cultivar relacionamentos.

5. Entenda a vaga para a qual se candidatou: procure informações sobre a empresa. Saber onde está pisando é o mínimo esperado pelo recrutador. Por último e não menos importante, ao ser chamado para uma entrevista, saiba comportar-se. A avaliação começa quando você entra na corporação, então, desde a portaria, mantenha a boa postura e educação.

Veja também a matéria em :https://www.nube.com.br/blog/detalhes_preview_materia?id_noticias=13605


terça-feira, 23 de outubro de 2018

Perdão no ambiente de trabalho


Todos correm o risco de se desentender com o patrão ao menos uma vez na vida. Apesar da tradicional desculpa de “errar é humano”, precisamos assumir as falhas e corrigir possíveis erros ao longo de nossa profissão. Se você falhou, não tente apontar o mais culpado. Admita a limitação e se posicione diante do chefe. 


De acordo com Madalena Feliciano, gestora de carreiras da Outlieers Carriers, na maioria das vezes, é melhor usar da sensatez e dar um fim ao mal-entendido, em vez de gerar um maior desconforto, futuramente. “O perdão e a atitude de pedir desculpas podem ser uma maneira de encerrar o conflito e começar uma etapa nova”, explica.

Qualquer pessoa pode ficar com raiva quando se sente agredida, ofendida ou magoada. Todavia, direcionar esse sentimento a alguém é um desperdício de energia. “Isso impede a pessoa de prestar atenção em sua reação emocional, na intensidade e nos seus aspectos íntimos, como a dificuldade de lidar com as pressões por resultados ou com pontos de vista diferentes”, reflete.

As tensões devem ser consideradas como sinais e revelar atitudes e valores pessoais e comportamentos, como a intolerância com outros colegas, problemas em respeitar o próximo e a falta de disposição para o trabalho em equipe. “Procure assumir o erro sozinho e deixe cada um dos demais assumir sua fração de culpa. O melhor a fazer é procurar soluções para melhorar no futuro”, aconselha a especialista.  



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Causando uma boa impressão

Quando o assunto é entrevista de emprego, as pessoas tendem a se preocupar. Para a maioria, essas situações não são tranquilas e envolvem bastante nervosismo, gagueira, suor nas palmas das mão e o coração um pouco acelerado. Isso tudo é compreensível, mas, algumas vezes, as pessoas acabam por prejudicarem seu desempenho- e sua possível contratação - em jogo por causa de falta de preparo emocional.
Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, a preparação é tudo na hora de fazer uma boa entrevista de emprego. "De nada adianta a pessoa ter experiências prévias e currículo maravilhosos, ela precisa se mostrar capacitada e preparada para lidar com todo e qualquer tipo de pressão na hora da entrevista. Além disso, é preciso, também, se mostrar apresentável no dia, com roupas adequadas, por exemplo", comenta.
A profissional explica que algumas medidas podem ser tomadas para que a pessoa tenha a melhor entrevista possível.
Confira:
1. Antecipe-se
Na maioria das entrevistas, boa parte das perguntas podem ser previstas, como "quais são suas qualidades e defeitos?" ou "o que você pode adicionar à nossa empresa?". Por isso, é possível treinar suas respostas em casa, para não chegar totalmente despreparado. É possível que o entrevistador realize perguntas inusitadas, mas é provável que elas não ocupem toda a entrevista.
2. Comprove suas falas
Falar sem embasamento qualquer um faz. Para ser assertivo em suas respostas, é importante ser claro e objetivo, ter conteúdo, falar de suas experiências anteriores, onde de fato poderá comprovar suas realizações e resultados.
3. Mantenha o foco
Por mais distraído, ansioso ou hiperativo que você seja, procure sempre manter o foco nas suas estórias e no entrevistador. Procure: ter um aperto de mão cordial e firme, seja empático, use a escuta ativa, observe os detalhes ao seu redor, faça perguntas inteligentes e demonstre interesse em se tornar membro da equipe, desta forma conseguirá uma comunicação bem sucedida, ampliando suas chances de contratação.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Estágio na terceira idade?

Já se foi o tempo, cujas pessoas com mais de 60 anos não conseguiam uma recolocação profissional no mercado. Com a expectativa de vida cada vez maior, os mais experientes não querem deixar de trabalhar e desejam novas experiências.
 
A volta ao mundo corporativo é um fenômeno recente no Brasil. Os 70 anos de hoje podem ser comparados com os 50 de algumas décadas atrás. Segundo a especialista em transição de mercado, Madalena Feliciano, existem razões para esse regresso. “Cada vez mais as pessoas chegam aos 60 com grandes capacidades profissionais, vontade de ganhar seu próprio dinheiro e ter uma boa vida pessoal”, explica. As empresas, por sua vez, optam por esses profissionais quando a atividade exige mais responsabilidade, disponibilidade e respeito ao horário.
 
Segundo levantamento do Nube, ocorreu um aumento de 21,6% no número de estagiários com mais de 40 anos no mercado entre 2015 e 2016. De acordo com Madalena, não existe idade máxima para se trabalhar. “Eles são contratados, porque a corporação está à procura de maturidade”.
 
Para quem almeja retornar ao ambiente de trabalho, existem algumas recomendações. “Identifique suas principais competências; procure por algo alinhado às suas experiências anteriores; faça um bom currículo; não pareça resistente às mudanças e novidades. Boa apresentação pessoal e postura são muito importantes, capriche nelas; e procure manter-se atualizado sobre a sua área ”, aconselha Madalena.
 
Para o empregador também existem grandes vantagens em contratar essas pessoas. “Em geral, os mais velhos são excelentes para o atendimento a clientes, são mais humildes em reconhecer seus erros e buscar a melhoria, são menos ansiosos, têm paciência para um plano de carreira mais longo, maior disponibilidade de tempo e flexibilidade na negociação do salário, pois já recebem a aposentadoria e por isso o foco do trabalho nem sempre é exclusivamente a remuneração”, incentiva a especialista.
 



Portanto, nada de desanimar. Sempre existe o perfil certo para a vaga certa!

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Esteja pronto para voltar ao mercado de trabalho

Enquanto geração de renda é tema recorrente em período eleitoral, quem sofre com o desemprego lida na prática com as incertezas de um retorno à antiga atividade. Será que o mercado vai melhorar? Quanto tempo ficarei sem exercer a profissão? E o que fazer para conseguir outra oportunidade? São questões como essa que, de acordo com os gestores de carreira, devem ser utilizadas para impulsionar uma reflexão sobre as qualidades e defeitos de cada diante de um cenário crítico.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de desempregados registrado no país já alcança 14,3 bilhões. Embora seja uma estatística preocupante, a gestora da Outliers Careers, empresa de recolocação profissional, Madalena Feliciano, sugere a tomada de posturas positivas. “Para conquistar qualquer objetivo, o principal componente é a coragem. Desse modo, encarar uma demissão é uma tarefa necessária, por mais difícil que possa parecer.  É claro que existe um período no qual a pessoa sente tristeza pela perda do emprego, mas deve encontrar forças para ir em busca de outras oportunidades”, destaca.
É ponto de partida para se perguntar ‘Você gosta do que faz?’ “Se o tipo de trabalho que realiza não o faz feliz, talvez essa seja a oportunidade de buscar outra coisa, em uma área diferente. Procure o que lhe agrada, assim você terá mais chance de alcançar o sucesso”, completa Feliciano. No caso de seguir por outro rumo profissional, essa escolha deve ser acompanhada de um mapeamento sobre o mercado que se deseja. Só assim para o candidato a uma vaga não cair de paraquedas em uma seleção que, certamente, terá várias pessoas com experiência para ocupa-la.
Feita a escolha, é hora de fortalecer o network através do bom e velho contato com pessoas da área de atuação almejada. Por isso, os aconselhadores de carreira também lembram que é importante não se desligar dos antigos amigos de trabalho ao mesmo tempo em que se está aberto para fazer novos colegas de profissão. Para isso, pode-se usar as redes sociais, além de participar de palestras, workshops e treinamentos em grupo.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

As habilidades que fazem a diferença

Desenvolver habilidades em várias áreas serve como diferenciação no mercado de trabalho

Todos nascem com talentos e habilidades diferentes, mas, ao longo da vida, acabam por frisar e desenvolver apenas algumas dessas desenvolturas com melhor qualidade. Depois dos 30 anos, então, a situação se complica ainda mais, já que a maioria das pessoas já estão formadas, com uma profissão definida e uma carreira inteira pela frente – e, com isso, a promessa de fazer sempre a mesma coisa, fazendo com que as outras habilidades “atrofiem”.
Ciente dessa questão, Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers, alerta para cuidados que devem ser tomados, afinal, “se dá bem melhor nas tarefas do cotidiano quem tem múltiplas habilidades desenvolvidas”, comenta a especialista. Como um simples exemplo, ela diz: “Digamos assim, se você é bom com números, tente fazer uma pintura. Se é bom em escrever, tente resolver equações matemáticas ou jogar soduku, e por aí vai”.
Segundo Madalena, desenvolver múltiplas habilidades é a melhor forma de ampliar a criatividade. “Quanto mais pratos diferentes você experimentar, mais referências de sabor seu cérebro vai armazenar. O mesmo vale para experiências, conhecimento e práticas em quaisquer áreas”, diz ela, que ressalta que criatividade nunca é demais, independente de qual seja a profissão.
O cérebro é dividido em duas partes: o lado direito, da criatividade, mais lúdico, e o lado esquerdo, o mais lógico, analítico. Cada ser humano desenvolve mais um lado do que o outro, mas isso não significa que ambos não possam ser trabalhados que seja tirado um maior proveito da capacidade cerebral no dia-a-dia. “Lembre-se: nunca ninguém morreu de acúmulo de conhecimento”, brinca, Madalena.
Para trabalhar esse outro lado, é preciso que o profissional não tenha medo das tarefas assustadoras que parecem que não foram feitas pra ele. É preciso aprender na prática, adquirindo experiência. A especialista comenta que podem ser seguidas algumas dicas simples que trabalham o lado esquerdo e direito de qualquer um. A primeira delas é ler: “A leitura é um dos bens mais preciosos. E não é preciso ficar só nos livros. Ler revistas, artigos da internet, receitas culinárias, manuais de instrução e o que mais estiver ao seu alcance também conta,” diz.

A segunda dica é participar de programas culturais, que incluem ir ao cinema, teatro, museu, exposições de artes e outros lugares interessantes. “A relação com esses universos faz qualquer imaginação voar. Ter contato com o novo é essencial para que qualquer um possa ir além dos limites”, comenta. Outra ideia é compartilhar, trocar experiências. “Seja interessado pelo ser humano. Converse com o pessoal da empresa, independente do cargo que cada um ocupe. Escute opiniões, valorize sua participação. Quanto mais a gente se relaciona, mais a gente cresce”, conclui.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

A comunicação das abelhas

Vamos analisar a forma com que as abelhas se comunicam, associando-a a importância de uma linguagem clara e objetiva dentro de uma empresa?

As abelhas possuem um sistema de comunicação bastante organizado e interessante: quando querem informar as companheiras sobre a localização de uma fonte de alimento, as campeiras – responsáveis por registrar a posição da fonte em relação a colmeia – usam o sistema da dança, que difere em relação a distância da localização.
Em uma empresa, a comunicação – que, em nossa espécie, ocorre através da linguagem – precisa ser de natureza clara e eficiente seja qual o setor de atuação, direcionando o trabalho ao alvo definido pela corporação. Digamos, em comparação, que este alvo seria a fonte de alimento e, a equipe, o grupo de abelhas: todas caminhando na mesma direção, sob uma liderança que almeja o sucesso profissional e se comunica através dessa linguagem objetiva.
Pensando em aprimorar a comunicação de uma empresa – entre setores, funcionários e como influenciadora atuante no mercado -, a Gestora de Carreira e Master Coach da Outliers Careers, Madalena Feliciano, orienta: “Ter integrantes certos em cargos certos se apropriando de uma comunicação clara e objetiva à sua área, assim como na organização das abelhas, leva uma empresa a crescer em excelência e se diferenciar no mercado, destacando-se”.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Evitando a vergonha alheia

Madalena Feliciano oferece 6 dicas importantes para um currículo impecável
Existem currículos que falham em aspectos importantes, essenciais para demonstrar que o candidato é um profissional sério e atiçar, nos contratantes, a vontade de admiti-lo.
Madalena Feliciano, gestora de carreira da empresa Outliers Careers, orienta, primeiramente, que não é bom usar um endereço de e-mail que possa comprometer a credibilidade: “Aquela conta que você criou de brincadeira, como “gatinha26@email.com”, por exemplo, pode ser motivo de piada entre os recrutadores”.

Uma segunda questão importante ressaltada por Madalena é sobre acrescentar coisas não verdadeiras ao currículo: “Não minta nunca sobre uma experiência ou conhecimento que não tem. Se não sabe falar inglês ou outro idioma, não coloque que tem conhecimento avançado. Ficará muito feio para você se durante uma possível entrevista, o recrutador te fizer perguntas em outra língua e você não conseguir responder”.

“Uma dica crucial é revisar seu currículo várias vezes e, se possível, pedir para um colega ou parente também revisá-lo. Não deixe passar nenhum erro de português, isso pode fazer você perder vários pontos com o recrutador, exalta a especialista.

Como quarta dica, a empreendedora pontua: “Nada de colocar documentos pessoais. Somente nome, endereço, telefones, e-mail, data de nascimento e estado civil são necessários. Evite gafes até mesmo das mais simples”.

“Seja modesto, não faça autoelogios vazios (ex: “profissional determinada com muita garra para crescer nesta empresa de sucesso”). Seja objetivo e coloque um resumo das suas experiências profissionais”, diz Madalena.

Por fim, “jamais coloque quais foram seus últimos salários, essa informação só precisa ser dada caso o empregador te pergunte durante a entrevista. Muita atenção”.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Mais de 60 anos? O Mercado de trabalho ainda é seu

Especialista, diz quais são as áreas que mais contratam pessoas na melhor idade, e as vantagens de contratar um profissional mais experiente.
Já se foi o tempo em que pessoas com mais de 60 anos não conseguiam uma recolocação profissional no mercado. Segundo o Ministério do Trabalho, em 2009, foram contratadas cerca de 320 mil pessoas, com mais de 60 anos para trabalhos formais, tanto em setores públicos, como privados. Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em 2045, essas pessoas representarão metade do povo brasileiro.
Com a expectativa de vida cada vez maior, muitos daqueles que chegam aos 60 anos não querem deixar de trabalhar, ou ainda, desejam retornar ao mercado depois de um período de descanso. “Essa volta ao mercado de trabalhadores aposentados é um fenômeno recente no Brasil. Os 70 anos de hoje podem ser comparados com os 50 anos de algumas décadas atrás”, explica Madalena Feliciano, Diretora do Instituto Profissional de Coaching.
Segundo a especialista em transição de mercado, existe, principalmente, duas razões para que os profissionais acima dos 60 procurem uma ocupação que lhes rendam dinheiro “Cada vez mais as pessoas chegam aos 60 anos com grandes capacidades profissionais, vontade de ganhar seu próprio dinheiro e ter uma boa vida pessoal. Isso faz com que elas não queiram ficar em casa e voltem grande parte da sua atenção para o trabalho, assumindo com uma grande responsabilidade o que é delegado a eles”, explica Madalena.As empresas optam por esses profissionais quando a atividade exige mais responsabilidade, disponibilidade e respeito ao horário.
De acordo com Madalena, não existe idade máxima para se trabalhar, o que existe é a capacidade que cada pessoa tem para determinadas funções. “Os profissionais acima dos 60 podem sentir algumas dificuldades para retornar ao trabalho, afinal, muitas vezes o convívio com profissionais mais jovens, conectados à internet e às redes sociais, atualizados das novidades em suas áreas de atuação; a necessidade de falar outros idiomas e de ter uma atuação multidisciplinar, por exemplo, podem pôr em risco a confiança do profissional mais velho. Mas ele não deve se abalar: se foi contratado, é porque a empresa está à procura de experiência e maturidade, características normalmente encontradas em profissionais com mais experiência”, exalta. Isso acontece porque o ideal é contar com profissionais experientes – e essa experiência só é alcançada com a vivência.
Para aqueles que desejam regressar ao mercado de trabalho, existem algumas recomendações que podem ser seguidas: “Identifique suas principais competências; procure por um trabalho alinhado às suas experiências profissionais anteriores; faça um bom currículo, destacando a sua experiência; não pareça resistente às mudanças e novidades.Boa apresentação pessoal e postura são muito importantes, capriche nelas; e procure manter-se atualizado sobre a sua área de atuação”, aconselha Madalena.
Para o empregador, também existem grandes vantagens em contratar pessoas com mais idade – que vão além da experiência. “Em geral, os mais velhos são excelentes para o atendimento a clientes, são mais humildes em reconhecer seus erros e buscar a melhoria, são menos ansiosos, têm paciência para um plano de carreira mais longo, maior disponibilidade de tempo e flexibilidade na negociação do salário; menor responsabilidade com filhos - geralmente já são formandos ou independentes. Em geral, já recebem a aposentadoria e por isso o foco do trabalho nem sempre é exclusivamente o salário. Hoje em dia, os profissionais acima dos 60 fazem tudo: entram na internet, dirigem, fazem exercícios, dançam, namoram, estudam, enfim, procuram algo que venha trazer bem-estar e o melhor caminho para felicidade – e muitas vezes o trabalho ajuda e muito nesse caminho” conclui a especialista.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Como fugir do desemprego e voltar ao mercado de trabalho

O desemprego assola o país todo em função da grave crise econômica pela qual o Brasil passa no momento. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de desempregados registrado no país alcança 14,3 milhões.
Levando em conta essa realidade, a Outliers Careers, empresa paulista de recolocação profissional, realiza um trabalho completo que visa o retorno da pessoa desempregada ao mercado de trabalho. A diretora geral da empresa, a gestora Madalena Feliciano, dá dicas para fugir do desemprego.
Superação e coragem andam juntas
Para conquistar qualquer objetivo o principal componente é a coragem. Desse modo, encarar uma demissão é uma tarefa necessária, por mais difícil que possa parecer. É claro que existe um período no qual a pessoa sente tristeza pela perda do emprego, mas deve encontrar forças para ir em busca de outras oportunidades.
Você gosta do que faz?
Já ouviu aquela frase “trabalhe com o que gosta e não trabalhará nenhum dia”, pelo simples prazer em trabalhar? Pois bem, se o tipo de trabalho que realiza não o faz feliz, talvez essa seja a oportunidade de buscar outra coisa, em uma área diferente. Procure o que lhe agrada, assim você terá mais chance de alcançar o sucesso.
Conheça o mercado de trabalho
“Se for mudar, então é melhor estudar o mercado da área que deseja. Agora que está do lado de fora, é a hora de fazer boas análises para encontrar a melhor oportunidade”, aponta Madalena.
Trabalhe seu networking
Mas o que afinal é esse networking? Em uma linguagem acessível, consiste em conhecer e manter contato com pessoas da sua área de atuação almejada. Ter boa rede de contatos é muito importante para encontrar novas oportunidades. Por isso não se esqueça de manter bons relacionamentos com as pessoas de forma constante.
Conheça a vaga para a qual se candidatou
Antes de candidatar-se à uma vaga, procure informações sobre a empresa e como ela executa os trabalhos que oferece. Saber onde está pisando é o mínimo que o recrutador espera do candidato, segundo a gestora.
Por último e não menos importante, ao ser chamado para uma entrevista, saiba portar-se. “A avaliação começa a partir do momento que você entra na empresa, então, desde a portaria, mantenha a boa postura e educação”, afirma Madalena Feliciano. A entrevista é o momento crucial para mostrar as habilidades e demonstrar confiança ao contratante.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Sua empresa permite que você aja como empreendedor?


Você, como funcionário, já teve ter escutado alguém lhe falar que “é preciso pensar ou agir como se você fosse o dono da empresa”. Mas como fazer isso sem parecer arrogância da sua parte, e sim apenas comprometimento com o emprego? Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers, explica as melhores maneiras de pensar como o dono – e os benefícios que isso pode lhe trazer.

“Normalmente, ao dizerem que você precisa pensar como o dono, as pessoas estão se referindo a maneira com a qual você se preocupa com a empresa. Em tese, quando você pensa como o proprietário, suas preocupações, comprometimento e resultados aumentam – assim como o conhecimento sobre o local de trabalho e clientes”, resume a especialista.

Porém, será que os trabalhadores conseguem pensar na empresa em que trabalham como se fossem donos dela, em vez de meros empregados? O mundo atual comprova que sim – prova disso são as instituições mais bem sucedidas do mundo procurarem por profissionais que pensem ‘fora da caixinha’. 

“Independente do cargo, os trabalhadores devem encarar qualquer desafio como se fossem os empresários responsáveis pelo setor, pensando como melhorar processos e economizar recursos dentro de sua área”, comenta Madalena.

Como você acha que os líderes chegaram onde estão? Muitos deles possuem essa característica em comum: a de agirem como empreendedores e estarem dispostos a errar. “O fundamental para o profissional atual é ter uma atitude empreendedora, independente do seu emprego e cargo. Quem não arrisca, não petisca”, lembra Madalena.

Quem empreende corre maiores riscos. É difícil acertar desde o começo – e os possíveis erros significam tempo e dinheiro que foram “jogados fora” na visão de muitas pessoas. Por isso, se você trabalha em uma empresa, garanta que ela apoie o seu empreendimento e possíveis falhas. Apresente bem as suas ideias e diga o que você espera alcançar com seu novo plano. 

“Praticamente todos os chefes gostam de ouvir novas ideias para sua empresa. Apresente-as formalmente, marcando uma reunião e estando disposto para possíveis críticas. Se não conseguir o apoio da primeira vez, não desista. Melhore o que foi pedido e peça opiniões para pessoas diferentes”, sugere a gestora.

Em geral, os jovens dessa nova geração buscam ser empreendedores, as empresas, por outro lado, buscam reter os seus melhores e jovens talentos. Portanto, quando se é um bom profissional, ter o apoio da empresa é algo mais fácil para apostar em novidades. 

“Faça tudo bem feito e planejado. Essas preocupações antecipadas podem lhe dar uma imensa vantagem, afinal de contas, a liderança e o empreendimento são a arte de fazer as coisas simples – mas muito bem feitas”, conclui Madalena.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Todo cuidado é pouco em planos de demissões

É preciso tomar muito cuidado com a forma com que organizam e executam demissões em uma organização, além do amparo emocional dos que ficam.

Incertezas políticas e econômicas preocupam o Brasil e o mundo. No território nacional, nos últimos tempos, protestos de diferentes classes trabalhistas, greves de funcionários públicos, escândalos de corrupção e a alta do dólar tem preocupado, e muito, a população, especialmente as empresas em geral, que, juntas, estão demitindo milhares de funcionários, para cortar os gastos.

Apesar de demissões em massa serem comuns em cenários de crise como o atual, muitas pessoas, consideradas mais essenciais ou valiosas para a empresa, continuam trabalhando, porém, com uma falta de motivação e medo característico de quem acabou de ver inúmeros colegas ficarem desempregados.

Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, em tempos de crise, a gestão de mudanças também pode ajudar nessa transição. "O clima organizacional fica muito pesado quando há um plano de demissões em andamento; as pessoas não param de falar sobre o assunto, e sentimentos misturados, como angústia e ansiedade, se tornam comuns, o que faz a produção cair consideravelmente", explica a profissional.


Nesse ambiente de transações é que a verdadeira faceta de cada um começa a se mostrar, segundo o que afirma Madalena. "Existem dois tipos de comportamentos utilizados para resistir à mudanças: passivos, em que a pessoa deixa de produzir de maneira adequada e não colabora mais, e o ativo, em que o colaborador começa a sabotar a empresa, além de falar mal, ridicularizar e intimidar seus superiores. Essas posturas indicam como o indivíduo está digerindo as mudanças e desligamentos que estão ocorrendo no ambiente da empresa", observa.


Mesmo com o cenário econômico em condições ruins, como o do Brasil atual, ainda se torna difícil para alguns assimilar a necessidade de mudança sem resistência. "Existem diversos motivos pelos quais uma pessoa pode lutar contra um processo de transformações, sendo alguns dos principais o medo dos resultados posteriores; a crença de que a mudança não é necessária; falta de confiança em seus superiores e sentimento de impotência perante o que está acontecendo”, lista a profissional.


A gestora fala que conscientizar as pessoas que ficam na empresa sobre a necessidade dessas mudanças é fundamental, para que não fique nenhum sentimento de falta de justificativa ou satisfação. "Apesar de ser um processo doloroso, é preciso mostrar que é para o bem da organização. Incentivar o corpo de colaboradores a fazer sempre seu melhor, para que outros planos de demissões não ocorram, também é importante, além de evidenciar o porquê de tudo aquilo estar acontecendo, se pautando no que está ocorrendo com a economia, também pode ajudar", pontua.


Madalena conclui, dizendo que os superiores devem dar o exemplo, se tornando mais presentes na vida empresarial, e, quando necessário, deixando de receber alguns benefícios, como forma de demonstrar que eles, também, estão se sacrificando. "Embora não seja possível agradar a todos com os processos de mudança, é papel dos líderes minimizar esse desconforto, mostrando que isso acontecerá para o bem coletivo e criando estratégias de gestão para acabar com as resistências às mudanças", finaliza.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

É preciso pensar como o dono da empresa

Madalena Feliciano*
Você, como funcionário, já teve ter escutado alguém lhe falar que “é preciso pensar ou agir como se você fosse o dono da empresa”. Mas como fazer isso sem parecer arrogância da sua parte, e sim apenas comprometimento com o emprego? Explico a seguir as melhores maneiras de pensar como o dono – e os benefícios que isso pode lhe trazer.
Normalmente, ao dizerem que você precisa pensar como o dono, as pessoas estão se referindo a maneira com a qual você se preocupa com a empresa. Em tese, quando você pensa como o proprietário, suas preocupações, comprometimento e resultados aumentam – assim como o conhecimento sobre o local de trabalho e clientes.
Porém, será que os trabalhadores conseguem pensar na empresa em que trabalham como se fossem donos dela, em vez de meros empregados? O mundo atual comprova que sim – prova disso são as instituições mais bem-sucedidas do mundo procurarem por profissionais que pensem ‘fora da caixinha’. Independente do cargo, os trabalhadores devem encarar qualquer desafio como se fossem os empresários responsáveis pelo setor, pensando como melhorar processos e economizar recursos dentro de sua área.
Como você acha que os líderes chegaram onde estão? Muitos deles possuem essa característica em comum: a de agirem como empreendedores e estarem dispostos a errar. O fundamental para o profissional atual é ter uma atitude empreendedora, independente do seu emprego e cargo. Quem não arrisca, não petisca.
Quem empreende corre maiores riscos. É difícil acertar desde o começo – e os possíveis erros significam tempo e dinheiro que foram “jogados fora” na visão de muitas pessoas. Por isso, se você trabalha em uma empresa, garanta que ela apoie o seu empreendimento e possíveis falhas. Apresente bem as suas ideias e diga o que você espera alcançar com seu novo plano. Praticamente todos os chefes gostam de ouvir novas ideias para sua empresa. Apresente-as formalmente, marcando uma reunião e estando disposto para possíveis críticas. Se não conseguir o apoio da primeira vez, não desista. Melhore o que foi pedido e peça opiniões para pessoas diferentes.
Em geral, os jovens dessa nova geração buscam ser empreendedores, as empresas, por outro lado, buscam reter os seus melhores e jovens talentos. Portanto, quando se é um bom profissional, ter o apoio da empresa é algo mais fácil para apostar em novidades. Faça tudo bem feito e planejado. Essas preocupações antecipadas podem lhe dar uma imensa vantagem, afinal de contas, a liderança e o empreendimento são a arte de fazer as coisas simples – mas muito bem-feitas.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Saiba seis dicas de como fazer seu marketing pessoal bem feito


Você consegue se definir como profissional? Quais são suas características? Qualidades, defeitos e muitas outras perguntas são feitas e analisadas não só em processos seletivos, como também ao decorrer da sua trajetória. Entender seu perfil comportamental e o modo como você gosta de trabalhar são fatores importantes para conseguir crescer no mundo corporativo. Quer entender como? Leia mais nesta matéria!

O Nube realizou uma pesquisa em 2017 para saber qual é o primeiro aspecto notado quando se conhece alguém no ambiente profissional. Dos 43.573 participantes, 63,13% aponta a postura como o ponto mais observado. Isso mostra a importância e a necessidade de aprender a se impor de forma impactante e notória perante seus colegas durante sua vida.  

Para vencer a competitividade e garantir seu espaço no âmbito empresarial, Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers garante: o marketing pessoal é uma ferramenta indispensável. “Você promoverá, divulgará e venderá sua marca. Assim, saberá seus objetivos e como se portar em momentos de dificuldade”, aponta. 

Para a gestora, muitos acabam não ascendendo em sua área por falta de colocação. “Muitos se perdem por não terem um posicionamento estabelecido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia em seus escopos”. Portanto, é fundamental desenvolver essa questão para ser reconhecido. 

Pronto! Agora você já sabe como encontrar sua identidade e alcançar ainda mais sucesso em sua vida!

Você sabe como impressionar em uma entrevista de emprego?

O mercado de trabalho brasileiro nunca esteve tão competitivo. Com a crise econômica e a pouca oferta de vagas nas empresas, se você vai participar de um processo seletivo, não pode contar que irá ter uma nova oportunidade de impressionar o entrevistador. Embora uma boa apresentação seja essencial, muito mais do que isso, o que o candidato fala durante a entrevista é que irá definir sua contratação - ou não.
A gestora de carreiras Madalena Feliciano, diretora do Outliers Careers, explica o maior erro dos candidatos à vagas de empregos “Desde estagiários à altos executivos, o maior erro, é, sem dúvidas, não saber falar. Não digo gramaticalmente, embora seja também importante, mas sim, se vender como profissional. Mesmo que o seu currículo não tenha grandes qualificações, se você souber mostrar para o entrevistador toda a sua capacidade pessoal e profissional, isso irá com certeza te colocar no topo da lista dele”, diz.
Segundo a especialista, manter uma postura defensiva pode atrapalhar o desenvolvimento do candidato durante a entrevista “O entrevistador quer ouvir o que não está no currículo. Projetos em que o candidato participou, porque participou, o que ele acrescentou, situações em empregos anteriores que levaram a grandes tomadas de decisões, cases de sucesso - caso tenha algum - e por aí vai. Tudo o que possa ajudar a convencer o entrevistador que você é perfeito para aquela vaga”, afirma a Madalena.
Madalena acrescenta que, por esse motivo, conhecer tudo sobre a empresa para qual está se candidatando é muito importante “O que o entrevistador analisa durante a entrevista, é se a visão e os valores do candidato coincidem com a da empresa. Por isso algumas perguntas são muito comuns - onde o candidato se vê em 5 ou 10 anos, pontos fortes e fracos e, principalmente, porque ele quer trabalhar na empresa. Nunca vá despreparado à uma entrevista”, aconselha a especialista.
Por esse motivo, muitos profissionais desempregados encontram dificuldade para voltar para o mercado de trabalho. De acordo com Madalena, os executivos que decidem procurar o auxílio de um coaching acabam saindo na frente, pois vão para as entrevistas preparados “Eu vejo profissionais que ficaram anos trabalhando na mesma empresa e não sabem mais se portar em uma entrevista de emprego. Por muito tempo não precisaram falar de si mesmos e convencer alguém a contratá-los. O coaching de carreiras auxilia nessa parte. Através do histórico profissional da pessoa e sua personalidade, o coach vai ensinar ao profissional a fazer seu marketing pessoal corretamente, falar das suas reais habilidades e talentos”, comenta.
Além disso, empresas de recolocação de mercado, como a Outliers Careers da Madalena Feliciano, apresentam os candidatos à vagas de emprego de suas áreas de atuações e os auxiliam durante todo o processo “Na minha empresa, realizamos no mês de outubro 3820 negociações para nossos candidatos e, desse número, 82 chamadas de entrevistas e 10% deles foram recolocados no mercado. É um processo que realmente vale a pena”, conclui a gestora.
Outliers Careers
Madalena FelicianoGestora de Carreira
(11) 2737-1724
madalena@outlierscareers.com.brwww.outlierscareers.com.br


Professor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Quatro passos para sair da onda do desemprego

“Manter-se sempre atualizado sobre a sua área e atribuições, proporciona maior direção para recomeçar. Além disso, estar presente em palestras e workshops, manter o networking ativo, ampliar seus conhecimentos e, principalmente, fazer o que gosta com muita energia, são estratégias para minimizar as consequências do desemprego”, aconselha Madalena Feliciano, coach de carreiras e diretora do Outliers Careers e Instituto Profissional de Coaching, de São Paulo (SP). Confira outras dicas da especialista.
Conheça a si mesmo | Madalena afirma que os profissionais que passam muitos anos na mesma empresa, sabem de cor a missão, visão e valores da companhia, mas quase nunca conhecem essas informações de si próprio. Para ela, vale a pena investir em conhecimento e tirar os planejamentos do papel. “Faça aquele curso da segunda língua que você nunca teve tempo, vá naquele workshop que insistia em cair no dia do rodízio e até cuide da saúde, que quase sempre deixou em segundo plano”, sugere.
Aumente sua visibilidade online | “A Internet não só pode como é a principal aliada na busca de uma recolocação profissional. Além das mídias voltadas para recolocação, existem diversos portais que dão cursos online gratuitos com certificado e sites específicos de atualização. As redes sociais também ajudam a fazer novos contatos profissionais e reativar os perdidos. Até mesmo encontrar uma fonte de renda alternativa para enfrentar as contas que virão”, orienta.
Atue como freelancer | Essa é uma ótima forma de se manter ativo e conseguir uma boa renda. “Dessa forma, você aumenta suas chances de ter novas oportunidades no mercado formal, desde que o trabalho não o tire do foco principal. Muitas vezes, os profissionais estão tão atribulados trabalhando em um freelancer por ‘não conseguir’ um emprego formal, que não se dão conta que isso só acontece por não se dedicaram à busca de emprego”, afirma a coach.
Porte-se bem em entrevistas de emprego | “Muitos profissionais travam exatamente na hora da entrevista. No entanto, é fundamental que o profissional procure saber sobre a empresa a qual o entrevistará, bem como seu código de vestimenta e as atribuições do cargo que ele irá ocupar. Fazer uma boa apresentação também é importantíssimo. E, principalmente, manter a calma”, aconselha Madalena.