quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Um salto para o sucesso, empreendedor

Deixar um emprego que te traz garantia para apostar em uma nova carreira ainda é considerado um passo de risco. Antigamente, a pressão exercida pela família na área profissional era um dos maiores fatores de desistência em empreendimentos. Hoje em dia, a razão se tornou muito mais séria. Em tempos economicamente instáveis como os que o Brasil passa no momento, deixar de lado uma carreira consolidada, pela incerteza de apostar em algo novo, é certamente um risco muito maior. No entanto, mesmo apesar de todos esses obstáculos, é cada vez mais comum observar pessoas seguirem o caminho que desejam, mesmo que isso exija maior esforço e traga menos retorno financeiro.
Madalena Feliciano, gestora de carreiras e diretora da Outliers Careers  conta que deixar um trabalho certo e estável para abrir seu próprio negócio pode parecer assustador, mas ainda é possível: “Não existe receita para que o resultado seja 100% positivo, mas existem sim algumas atitudes que podem ser tomadas para fazer com que o período de transição seja promissor”.
“Primeiramente, o profissional precisa saber se tem uma boa ideia para colocar em prática e, para dar esse grande salto é preciso estar preparado, ter um bom planejamento e saber com quem contar”, afirma Madalena, separando mais alguma dicas para ajudar estes profissionais:
1.Estudar a área de atuação e concorrentes, para acreditar que o negócio não quebrará em, no mínimo, três anos;
2.Procurar por bons conselheiros;
3.Ter um capital inicial disponível para investir na empresa;
4.Manter uma boa rede de contatos;
5.Antes de largar o atual emprego, ter a certeza de que esse empreendimento lhe trará mais satisfação que o antigo;
6.Autoconhecimento é importantíssimo, para saber se é disciplinado o suficiente para manter um negócio próprio.
Além disso, a gestora afirma que o profissional que deseja empreender, precisa estar ciente de que muitas vezes o novo trabalho ocupará mais tempo do que o antigo. “Principalmente no início, o empreendimento tomará maior parte do tempo e não trará grande retorno financeiro e, por isso, deve ser algo prazeroso. O profissional precisa estar preparado para virar noites trabalhando e pensando sobre como resolver possíveis problemas”, exalta, por fim, Madalena.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Deixar o emprego e iniciar um novo negócio: vale à pena ? Quando é a hora ?

Largar o certo pelo duvidoso requer coragem e disposição – mas, muitas vezes, traz consigo a felicidade que o profissional não encontrava no antigo trabalho

Deixar um trabalho certo e estável para abrir seu próprio negócio pode parecer algo um tanto quanto assustador. É preciso estar mais do que preparado para dar esse grande salto – e não simplesmente “pular sem olhar para baixo” e sem medir as possíveis consequências. Além da coragem necessária para essa nova fase, existem formas mais seguras de alcançar o sucesso e aumentar as possibilidades de ser bem sucedido na abertura do novo negócio, só é preciso muito estudo e atenção em cada atitude.
Segundo Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers, é cada vez mais comum as pessoas desejarem abrir o seu próprio negócio e serem os seus próprios chefes, talvez pelo sonho de liberdade ou de poderem fazer o que gostam em seu próprio horário de trabalho – e, assim, sobrando mais tempo para sua vida particular.
Porém, não é sempre isso o que acontece. Qualquer um que deseja empreender e abrir o seu próprio negócio deve estar ciente que muitas vezes o novo trabalho ocupa mais tempo do que o antigo, por isso, ele deve ser algo que seja prazeroso para o profissional. “O inicio de qualquer negócio é algo que exige atenção e muita vontade, o que leva ao dono da instituição exercer a função além daquelas 8 horas diárias de segunda a sexta. Ou seja: Prepare-se para virar noites trabalhando”, diz Madalena.
Para saber se está apto a trabalhar por conta, antes de tudo é preciso ter uma boa ideia, estudar muito sobre a área em que se deseja abrir o negócio, estudar os concorrentes, ter bons conselheiros, um capital inicial disponível para investir na empresa, ter a certeza de que esse novo emprego lhe trará mais satisfação que o antigo, acreditar que o negócio não quebrará em, no mínimo, três anos, uma boa rede de contatos e autoconhecimento, para saber se você é disciplinado o suficiente para manter um negócio próprio.
“Você tem um bom produto ou serviço a ser oferecido? Ele já foi testado? Existem clientes reais que se interessam pelo o que eu vou oferecer? Essas são perguntas cruciais. Se a resposta for negativa, o melhor caminho pode ser voltar para o papel e caneta e começar do zero. É preciso que você seja capaz de descrever em poucas palavras o que seu serviço/produto é capaz de trazer como benefício para seus clientes. A partir desse momento, se torna concreto que você sabe o que quer oferecer ao mercado e como fará isso”, exalta a especialista.
Outro aspecto importante é escolher o local em que irá instalar o novo negócio, como será a estrutura, com quem irá se associar, onde captar recursos financeiros adicionais, a burocracia da documentação, etc. Esses são desafios que mexem com à paciência do empreendedor, mas que são necessários no início de qualquer projeto.
“Já com o negócio em andamento surgem as características comuns encontradas em qualquer emprego: gerenciar funcionários, lidar com pessoas, controlar estoques, negociações comerciais, pagamento de impostos… É preciso que o empreendedor saiba lidar com isso sem se estressar, já que são questões que acontecerão de forma contínua,” comenta Madalena.
A especialista comenta que esse não é um objetivo fácil de ser atingido, mas que, quando bem pensado e feito com atenção vale a pena o esforço. “Fazendo essa transição com naturalidade e muita vontade, tudo acontecerá mais facilmente, mesmo sendo sua primeira experiência como empreendedor. É preciso passar por vários obstáculos que surgem no caminho, mas, no final não há nada como ter um negócio para chamar de seu – e ter orgulho disso”, conclui.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Profissionais Equilibrados


Além de serem competentes em suas funções e bem qualificados, os pré-requisitos para uma contratação, hoje, é a inteligência emocional. Com cada vez mais informação, tarefas a serem realizadas e estresse no dia a dia, a capacidade de saber trabalhar sob pressão e lidar com problemas de forma tranquila é um dos traços mais buscados por recrutadores. Não a toa, empresas fazem extensos processos seletivos e analisam cada detalhe do candidato, na esperança de realmente saber o máximo possível sobre o futuro contratado.

É importante enxergar como a falta de sensibilidade em se relacionar com os outros prejudica a imagem e o desempenho. “Quem sabe lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações costuma ter maior êxito em seus cargos, além de também manter a harmonia com os colegas no escritório”, explica Madalena Feliciano, diretora da Outliers Careers e do Instituto Profissional de Coaching.

Ainda de acordo com a especialista, por natureza, o ser humano é predisposto a seguir seus instintos, porém, é essencial ter discernimento para tomar decisões, além de tranquilidade e sabedoria na hora de buscar e executar as melhores estratégias.


Para Madalena, profissionais inteligentes emocionalmente tendem a obter resultados no trabalho, como promoções mais rápidas, acertos, um bom networking e maior facilidade em aprender coisas novas. “O profissional enxerga os obstáculos de um ângulo mais otimista, e isso faz com ele tornar-se um visionário, afinal, sabe como negociar, desenvolve a sua intuição e escuta mais seus líderes e parceiros”, diz a coach.


Deixar as emocionais tomarem conta das suas tomadas de decisão e ser incapazes de racionalizar de forma lógica, realista e estratégica, não permite chegar às melhores soluções. “Ao administrar seus sentimentos você garante a si mesmo e aos seus próximos uma maior produtividade, felicidade e realização própria. Viver de maneira equilibrada é a solução para os males”, conclui Madalena.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Saia da zona de conforto


Você está satisfeito com seu trabalho? Há espaço para melhorias? Existe um mundo cheio de possibilidades para além do já conhecido. Identificando quais comportamentos o incomodam e gostaria de realizar em sua vida, o próximo passo é agir. 


De acordo com a gestora Madalena Feliciano, da empresa de recolocação Outliers Careers, sair da sua zona de conforto vai lhe causar uma onda de energia e adrenalina, seguida por um sentimento de euforia leve. “Fará bem tanto pessoal, quanto profissionalmente. Esse pode ser o gatilho para fazer um projeto sair do papel ou para alterar as suas funções”, explica. 

Se você atua no mesmo emprego há algum tempo, mesmo estando insatisfeito com ele, provavelmente você está estagnado. Frases como ‘Isso é impossível para mim’, ‘É muito difícil’ ou ‘Pode vir a ser embaraçoso’, consequentemente faz a pessoa se agarrar a um conceito, como se sua vida dependesse disso. 

Contudo, já se perguntou por que crescer na carreira é tão importante? O que você espera realmente conquistar em sua trajetória profissional? Ainda existe um mundo cheio de possibilidades. Volte a se movimentar e conquiste a carreira almejada. O primeiro passo é com você, depois as coisas acontecem naturalmente. 



quinta-feira, 25 de outubro de 2018

4 características de um bom líder


Liderar pessoas é um comportamento complexo, o qual vai além de técnicas, conhecimentos e experiências. Ser um bom gestor no mercado de trabalho, hoje, exige muito do profissional, pois é preciso lidar com pessoas e situações diferentes e adversas da melhor forma possível sem perder a compostura, paciência e o foco nos objetivos traçados.


As empresas mudam muito de acordo com os seus gerentes e a forma como cada um deles trabalha. “É preciso ser e fazer diferente, se importar verdadeiramente com os seus liderados e entender a importância de buscar no seu interior, o melhor de si para extrair dos outros o melhor de cada um”, explica Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers.


A especialista destaca quatro características fundamentais: 


- Construir ambientes seguros: para obter a adesão verdadeira da sua equipe é preciso comprometimento, motivação e engajamento de cada colaborador da empresa. Isso só acontecerá quando as pessoas estiverem abertas e receptivas e se sentirem seguras para poder agir.   

- Boa comunicação: palavras são poderosas, por isso, a forma de falar é essencial. Desenvolva a habilidade com maestria. Para isso, o ideal é aprender a ouvir, trabalhar a escuta ativa, compreender o modelo de mundo do seu funcionário e construir uma troca de informações clara, positiva e assertiva.

- Respeitar códigos de honra: isso significa chegar aonde outros não chegaram, ver além, esforçar-se e superar os seus medos e fraquezas.




- Agir no presente com foco no futuro: mantenha a visão estratégica, tenha prazer em sua profissão e na sua forma de trabalhar, acostume-se a inspirar e influenciar toda sua equipe a partir do seu próprio comportamento, exemplo e atitude.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Retorne ao mercado de trabalho


O mercado de trabalho brasileiro continua sofrendo fortemente com a recessão econômica. No segundo trimestre de 2016, a taxa de desemprego no Brasil subiu para 11,3%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). Até o fim junho, o país já tinha ultrapassado os 14 milhões de pessoas procurando emprego.

Para Lurdes Domingos, professora do curso de Psicologia da UVA – Universidade Veiga Almeida no Rio de Janeiro, o trabalho é a tarefa de maior sentido na vida do ser humano. “Quando ele se vê obrigado a se desligar da rotina, a situação é semelhante ao luto e gera fragilidade”, observa. Levando em conta essa realidade, a gestora Madalena Feliciano, da empresa de recolocação, Outliers Careers, realiza um trabalho completo para o retorno da pessoa desempregada ao mundo corporativo. Veja algumas dicas para não sucumbir com a falta de oportunidades:

1. Superação e coragem andam juntas: para conquistar qualquer objetivo, o principal componente é a coragem. Desse modo, encarar uma demissão é uma tarefa necessária. É claro, existe um período no qual a pessoa sente tristeza pela perda da atividade, mas deve encontrar forças.

2. Você gosta do que faz?: se o tipo de função realizada não o faz feliz, talvez essa seja a chance de buscar outra coisa, em uma área diferente. Veja qual setor mais te agrada, assim terá mais chance de alcançar o sucesso.

3. Conheça o mercado: se for mudar de ramo, então é melhor estudar para qual segmento irá. Agora, do lado de fora, é a hora de fazer boas análises para encontrar a melhor vaga.

4. Comunicação interpessoal: em uma linguagem acessível, conheça e mantenha contato com pessoas do segmento de atuação almejado. Ter boa rede é muito importante para encontrar novas oportunidades. Por isso não se esqueça de cultivar relacionamentos.

5. Entenda a vaga para a qual se candidatou: procure informações sobre a empresa. Saber onde está pisando é o mínimo esperado pelo recrutador. Por último e não menos importante, ao ser chamado para uma entrevista, saiba comportar-se. A avaliação começa quando você entra na corporação, então, desde a portaria, mantenha a boa postura e educação.

Veja também a matéria em :https://www.nube.com.br/blog/detalhes_preview_materia?id_noticias=13605


terça-feira, 23 de outubro de 2018

Perdão no ambiente de trabalho


Todos correm o risco de se desentender com o patrão ao menos uma vez na vida. Apesar da tradicional desculpa de “errar é humano”, precisamos assumir as falhas e corrigir possíveis erros ao longo de nossa profissão. Se você falhou, não tente apontar o mais culpado. Admita a limitação e se posicione diante do chefe. 


De acordo com Madalena Feliciano, gestora de carreiras da Outlieers Carriers, na maioria das vezes, é melhor usar da sensatez e dar um fim ao mal-entendido, em vez de gerar um maior desconforto, futuramente. “O perdão e a atitude de pedir desculpas podem ser uma maneira de encerrar o conflito e começar uma etapa nova”, explica.

Qualquer pessoa pode ficar com raiva quando se sente agredida, ofendida ou magoada. Todavia, direcionar esse sentimento a alguém é um desperdício de energia. “Isso impede a pessoa de prestar atenção em sua reação emocional, na intensidade e nos seus aspectos íntimos, como a dificuldade de lidar com as pressões por resultados ou com pontos de vista diferentes”, reflete.

As tensões devem ser consideradas como sinais e revelar atitudes e valores pessoais e comportamentos, como a intolerância com outros colegas, problemas em respeitar o próximo e a falta de disposição para o trabalho em equipe. “Procure assumir o erro sozinho e deixe cada um dos demais assumir sua fração de culpa. O melhor a fazer é procurar soluções para melhorar no futuro”, aconselha a especialista.  



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Causando uma boa impressão

Quando o assunto é entrevista de emprego, as pessoas tendem a se preocupar. Para a maioria, essas situações não são tranquilas e envolvem bastante nervosismo, gagueira, suor nas palmas das mão e o coração um pouco acelerado. Isso tudo é compreensível, mas, algumas vezes, as pessoas acabam por prejudicarem seu desempenho- e sua possível contratação - em jogo por causa de falta de preparo emocional.
Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, a preparação é tudo na hora de fazer uma boa entrevista de emprego. "De nada adianta a pessoa ter experiências prévias e currículo maravilhosos, ela precisa se mostrar capacitada e preparada para lidar com todo e qualquer tipo de pressão na hora da entrevista. Além disso, é preciso, também, se mostrar apresentável no dia, com roupas adequadas, por exemplo", comenta.
A profissional explica que algumas medidas podem ser tomadas para que a pessoa tenha a melhor entrevista possível.
Confira:
1. Antecipe-se
Na maioria das entrevistas, boa parte das perguntas podem ser previstas, como "quais são suas qualidades e defeitos?" ou "o que você pode adicionar à nossa empresa?". Por isso, é possível treinar suas respostas em casa, para não chegar totalmente despreparado. É possível que o entrevistador realize perguntas inusitadas, mas é provável que elas não ocupem toda a entrevista.
2. Comprove suas falas
Falar sem embasamento qualquer um faz. Para ser assertivo em suas respostas, é importante ser claro e objetivo, ter conteúdo, falar de suas experiências anteriores, onde de fato poderá comprovar suas realizações e resultados.
3. Mantenha o foco
Por mais distraído, ansioso ou hiperativo que você seja, procure sempre manter o foco nas suas estórias e no entrevistador. Procure: ter um aperto de mão cordial e firme, seja empático, use a escuta ativa, observe os detalhes ao seu redor, faça perguntas inteligentes e demonstre interesse em se tornar membro da equipe, desta forma conseguirá uma comunicação bem sucedida, ampliando suas chances de contratação.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Estágio na terceira idade?

Já se foi o tempo, cujas pessoas com mais de 60 anos não conseguiam uma recolocação profissional no mercado. Com a expectativa de vida cada vez maior, os mais experientes não querem deixar de trabalhar e desejam novas experiências.
 
A volta ao mundo corporativo é um fenômeno recente no Brasil. Os 70 anos de hoje podem ser comparados com os 50 de algumas décadas atrás. Segundo a especialista em transição de mercado, Madalena Feliciano, existem razões para esse regresso. “Cada vez mais as pessoas chegam aos 60 com grandes capacidades profissionais, vontade de ganhar seu próprio dinheiro e ter uma boa vida pessoal”, explica. As empresas, por sua vez, optam por esses profissionais quando a atividade exige mais responsabilidade, disponibilidade e respeito ao horário.
 
Segundo levantamento do Nube, ocorreu um aumento de 21,6% no número de estagiários com mais de 40 anos no mercado entre 2015 e 2016. De acordo com Madalena, não existe idade máxima para se trabalhar. “Eles são contratados, porque a corporação está à procura de maturidade”.
 
Para quem almeja retornar ao ambiente de trabalho, existem algumas recomendações. “Identifique suas principais competências; procure por algo alinhado às suas experiências anteriores; faça um bom currículo; não pareça resistente às mudanças e novidades. Boa apresentação pessoal e postura são muito importantes, capriche nelas; e procure manter-se atualizado sobre a sua área ”, aconselha Madalena.
 
Para o empregador também existem grandes vantagens em contratar essas pessoas. “Em geral, os mais velhos são excelentes para o atendimento a clientes, são mais humildes em reconhecer seus erros e buscar a melhoria, são menos ansiosos, têm paciência para um plano de carreira mais longo, maior disponibilidade de tempo e flexibilidade na negociação do salário, pois já recebem a aposentadoria e por isso o foco do trabalho nem sempre é exclusivamente a remuneração”, incentiva a especialista.
 



Portanto, nada de desanimar. Sempre existe o perfil certo para a vaga certa!

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Esteja pronto para voltar ao mercado de trabalho

Enquanto geração de renda é tema recorrente em período eleitoral, quem sofre com o desemprego lida na prática com as incertezas de um retorno à antiga atividade. Será que o mercado vai melhorar? Quanto tempo ficarei sem exercer a profissão? E o que fazer para conseguir outra oportunidade? São questões como essa que, de acordo com os gestores de carreira, devem ser utilizadas para impulsionar uma reflexão sobre as qualidades e defeitos de cada diante de um cenário crítico.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de desempregados registrado no país já alcança 14,3 bilhões. Embora seja uma estatística preocupante, a gestora da Outliers Careers, empresa de recolocação profissional, Madalena Feliciano, sugere a tomada de posturas positivas. “Para conquistar qualquer objetivo, o principal componente é a coragem. Desse modo, encarar uma demissão é uma tarefa necessária, por mais difícil que possa parecer.  É claro que existe um período no qual a pessoa sente tristeza pela perda do emprego, mas deve encontrar forças para ir em busca de outras oportunidades”, destaca.
É ponto de partida para se perguntar ‘Você gosta do que faz?’ “Se o tipo de trabalho que realiza não o faz feliz, talvez essa seja a oportunidade de buscar outra coisa, em uma área diferente. Procure o que lhe agrada, assim você terá mais chance de alcançar o sucesso”, completa Feliciano. No caso de seguir por outro rumo profissional, essa escolha deve ser acompanhada de um mapeamento sobre o mercado que se deseja. Só assim para o candidato a uma vaga não cair de paraquedas em uma seleção que, certamente, terá várias pessoas com experiência para ocupa-la.
Feita a escolha, é hora de fortalecer o network através do bom e velho contato com pessoas da área de atuação almejada. Por isso, os aconselhadores de carreira também lembram que é importante não se desligar dos antigos amigos de trabalho ao mesmo tempo em que se está aberto para fazer novos colegas de profissão. Para isso, pode-se usar as redes sociais, além de participar de palestras, workshops e treinamentos em grupo.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

As habilidades que fazem a diferença

Desenvolver habilidades em várias áreas serve como diferenciação no mercado de trabalho

Todos nascem com talentos e habilidades diferentes, mas, ao longo da vida, acabam por frisar e desenvolver apenas algumas dessas desenvolturas com melhor qualidade. Depois dos 30 anos, então, a situação se complica ainda mais, já que a maioria das pessoas já estão formadas, com uma profissão definida e uma carreira inteira pela frente – e, com isso, a promessa de fazer sempre a mesma coisa, fazendo com que as outras habilidades “atrofiem”.
Ciente dessa questão, Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers, alerta para cuidados que devem ser tomados, afinal, “se dá bem melhor nas tarefas do cotidiano quem tem múltiplas habilidades desenvolvidas”, comenta a especialista. Como um simples exemplo, ela diz: “Digamos assim, se você é bom com números, tente fazer uma pintura. Se é bom em escrever, tente resolver equações matemáticas ou jogar soduku, e por aí vai”.
Segundo Madalena, desenvolver múltiplas habilidades é a melhor forma de ampliar a criatividade. “Quanto mais pratos diferentes você experimentar, mais referências de sabor seu cérebro vai armazenar. O mesmo vale para experiências, conhecimento e práticas em quaisquer áreas”, diz ela, que ressalta que criatividade nunca é demais, independente de qual seja a profissão.
O cérebro é dividido em duas partes: o lado direito, da criatividade, mais lúdico, e o lado esquerdo, o mais lógico, analítico. Cada ser humano desenvolve mais um lado do que o outro, mas isso não significa que ambos não possam ser trabalhados que seja tirado um maior proveito da capacidade cerebral no dia-a-dia. “Lembre-se: nunca ninguém morreu de acúmulo de conhecimento”, brinca, Madalena.
Para trabalhar esse outro lado, é preciso que o profissional não tenha medo das tarefas assustadoras que parecem que não foram feitas pra ele. É preciso aprender na prática, adquirindo experiência. A especialista comenta que podem ser seguidas algumas dicas simples que trabalham o lado esquerdo e direito de qualquer um. A primeira delas é ler: “A leitura é um dos bens mais preciosos. E não é preciso ficar só nos livros. Ler revistas, artigos da internet, receitas culinárias, manuais de instrução e o que mais estiver ao seu alcance também conta,” diz.

A segunda dica é participar de programas culturais, que incluem ir ao cinema, teatro, museu, exposições de artes e outros lugares interessantes. “A relação com esses universos faz qualquer imaginação voar. Ter contato com o novo é essencial para que qualquer um possa ir além dos limites”, comenta. Outra ideia é compartilhar, trocar experiências. “Seja interessado pelo ser humano. Converse com o pessoal da empresa, independente do cargo que cada um ocupe. Escute opiniões, valorize sua participação. Quanto mais a gente se relaciona, mais a gente cresce”, conclui.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

A comunicação das abelhas

Vamos analisar a forma com que as abelhas se comunicam, associando-a a importância de uma linguagem clara e objetiva dentro de uma empresa?

As abelhas possuem um sistema de comunicação bastante organizado e interessante: quando querem informar as companheiras sobre a localização de uma fonte de alimento, as campeiras – responsáveis por registrar a posição da fonte em relação a colmeia – usam o sistema da dança, que difere em relação a distância da localização.
Em uma empresa, a comunicação – que, em nossa espécie, ocorre através da linguagem – precisa ser de natureza clara e eficiente seja qual o setor de atuação, direcionando o trabalho ao alvo definido pela corporação. Digamos, em comparação, que este alvo seria a fonte de alimento e, a equipe, o grupo de abelhas: todas caminhando na mesma direção, sob uma liderança que almeja o sucesso profissional e se comunica através dessa linguagem objetiva.
Pensando em aprimorar a comunicação de uma empresa – entre setores, funcionários e como influenciadora atuante no mercado -, a Gestora de Carreira e Master Coach da Outliers Careers, Madalena Feliciano, orienta: “Ter integrantes certos em cargos certos se apropriando de uma comunicação clara e objetiva à sua área, assim como na organização das abelhas, leva uma empresa a crescer em excelência e se diferenciar no mercado, destacando-se”.