Pular para o conteúdo principal

O que falar de si mesmo na Entrevista?


Você tem dificuldade para falar de si mesmo? Isso é muito natural, a maioria das pessoas travam na hora de falar sobre si numa entrevista de emprego, seja por timidez ou simplesmente por não saber o que e como falar.

Todo tipo de teste é um grande desafio e uma entrevista de emprego então, é um desafio e tanto. Nela você é testado a partir da sua personalidade, seus gestos e expressões. Hoje em dia, além do conhecimento técnico e das suas habilidades, o que certamente estará em jogo também é o seu autoconhecimento. Ninguém espera que você seja uma pessoa perfeita, mas reconhecer seus defeitos é uma forma de mostrar que você se conhece bem.

Conhecer as qualidades é importante para a empresa conhecer seus domínios e saber como você será útil para a instituição. E os defeitos são interessantes para que o entrevistador conheça suas limitações e os desafios que você pode superar.

Por isso, aquela clássica pergunta nas entrevistas: Me fale sobre suas qualidades e seus defeitos... É ai que você vai mostrar seu autoconhecimento. Mas o que responder nessas horas?

- Falar sobre suas limitações pode até te ajudar, mostre-se disposto a mudar e superar isso demonstre sua vontade e dedicação. Mostre que não é acomodado.

- Fuja das respostas padrão como “meu defeito é ser perfeccionista” seja criativo e surpreenda o entrevistador.

- Jamais minta ou omita algo, como dizer que sabe fazer algo quando na verdade não sabe, isso pode te prejudicar no futuro.

- E na hora de falar sobre suas qualidades, tome cuidado para não parecer arrogante, lembre-se humildade acima de tudo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

30 estratégias para ampliar sua rede de contatos

No Brasil, cerca de 25 milhões de pessoas possuem perfis no Linkedin. Somos o terceiro maior país do mundo em número de usuários dessa rede social profissional, atrás apenas dos Estados Unidos, que têm 128 milhões de profissionais cadastrados, e da Índia, com 35 milhões, mas à frente de Inglaterra e China, ambas com cerca de 20 milhões de usuários. Esses números ajudam a dimensionar a importância dos relacionamentos para a conquista de posições no mercado de trabalho brasileiro ou para o fechamento de negócios. Isso não significa, entretanto, que os brasileiros sejam mestres na arte de fazer networking. "Muita gente abandona o perfil na rede quando não precisa de nada. Isso é um erro", diz Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação do Linkedin Brasil. Numa época de corte de postos de trabalho, uma boa rede de contatos pode ser a diferença entre a recolocação ou o desemprego.  Segundo especialistas em recrutamento, como as empresas não estão contratando, ma...

Trabalho em equipe estimula a produtividade

Parece que fica sempre muito complicado vencer as resistências, que incluem desmotivação, falta de liderança, rotinas, desconfiança e sistematização de normas que restringem a criatividade. A c omunicação deficiente e ineficaz costuma ser o maior e mais forte dos impedimentos. Os estilos pessoais e modelos mentais diversos criam, algumas vezes, impedimentos para os bons resultados esperados pela equipe. Quando não acontece a boa comunicação, as potencialidades de cada um são empobrecidas. Com um olhar especial, essa diversidade pode ser o que garante à equipe uma visão mais rica e eficaz. É nessa diversidade que as equipes se enriquecem. Um bom líder sabe observar as diferenças e utilizar as visões para fortalecer o potencial do time. Ele utiliza cada parte em benefício do todo. Dentro de uma equipe, alguns gostam de ler, pesquisar; outros têm muitas ideias; outros preferem ir diretamente à ação; alguns planejam antes de agir enquanto outros se divertem com a experimentação. H...

Somos a geração da exaustão: A tecnologia faz ou não trabalharmos mais?

Vivemos em uma era de avanços tecnológicos sem precedentes, onde a conectividade é onipresente. A tecnologia trouxe inúmeras facilidades e oportunidades, mas também trouxe consigo desafios significativos para a saúde mental e a qualidade de vida. O crescente uso de telas e a pressão para estar constantemente conectado têm contribuído para o surgimento de uma nova forma de esgotamento: o burnout digital. A terapeuta, gestora de carreira e CEO, Madalena Feliciano, comenta que a tecnologia, por um lado, prometeu simplificar nossas vidas e aumentar nossa produtividade. No entanto, paradoxalmente, muitos de nós nos encontramos trabalhando mais horas e enfrentando uma sobrecarga constante de informações. A linha entre trabalho e vida pessoal tornou-se cada vez mais tênue, com e-mails, mensagens e notificações invadindo nossa privacidade e tempo de descanso. O resultado desse estilo de vida superconectado é uma exaustão crônica, tanto física quanto mental. A pressão para responder instantane...