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Profissionais falam sobre suas estratégias para driblar a crise

Bruno Nardon, diretor da Kanui, é um dos que não deixou a crise derrubar o resultado de sua empresa Por Bruno Vieira Feijó Bruno Nardon, 30 anos, diretor de marketing e tecnologia da Kanui, loja online de artigos esportivos | Crédito: Omar Paixão Não fazer nada é a atitude mais arriscada que um profissional pode ter em resposta às incertezas que acompanham a atual crise econômica. Mesmo em meio a um cenário de pressão por resultados e corte de custos, os líderes e suas equipes precisam ser criativos para tirar ideias do papel, sustentar a rentabilidade e preservar o caixa de suas empresas.   Em matérias que serão publicadas nos próximos dias, VOCÊ S/A apresenta cinco executivos que tomaram iniciativas – defensivas e ofensivas – para enfrentar os obstáculos no ambiente de trabalho. O recado que eles transmitem é que a crise não pode ser usada como desculpa para deixar de entregar resultados ou paralisar a tomada de decisões importantes. O olhar crítico e...

Reparar vira alternativa para poupar dinheiro com novos itens

Saiba como economizar e quais produtos merecem ser consertados. Por Anna Carolina Rodrigues Julia Rodrigues, fotógrafa: geladeira ganhou pintura nova e fogão foi para a assistência técnica |   Crédito: André Lessa A facilidade de crédito dos últimos anos deixou o brasileiro mal-acostumado. A televisão quebrou? Compra-se uma nova, obviamente. Mas essa opção não é mais tão acessível como no passado. “Inflação elevada, juros altos, dificuldade para conseguir crédito, desemprego e pessimismo têm levado as famílias brasileiras a ajustar o seu padrão de consumo a um orçamento mais apertado”, diz Vitor França, assessor econômico da Fecomercio de São Paulo.  De acordo com o IBGE, o comércio varejista registrou queda de 8,6% em 2015, enquanto, no setor de serviços, o recuo foi de 3,6%. No ano passado ainda, os setores de bens duráveis e vestuário apresentaram as maiores quedas nas vendas – assim como eletrodomésticos, eletrônicos e veículos.  Geralmente...

O trabalho de estrategistas de webcelebridades

Profissionais cuidam da ascensão dos fenômenos da internet e podem faturar até 20 000 reais por mês Por Anne Dias Tais Costa em seu home office, em São Paulo: seus clientes têm mais de 2 milhões de seguidores |   Crédito: Rogério Pallatta A paulistana Tais Costa, de 36 anos, estava em ascensão: ocupava um cargo executivo de marketing em uma grande empresa. Conversa daqui, estuda dali e ela viu que o mercado digital, que começava a despontar, poderia ser promissor. Tais, então, decidiu empreender, abrindo uma agência digital. Não, ela não elabora sites, tampouco é blogueira. Ela trabalha nos bastidores, orientando blogueiros e fechando para eles contratos de dar inveja a muito executivo.  Seus clientes vão de gente comum que busca notoriedade apenas para satisfação pessoal a influenciadores de moda e fitness, que têm milhares de seguidores nas redes sociais. Com a ajuda dela, as pessoas ganham visibilidade e capitalizam seus perfis com poder de influência...

A moda do mordomo pega na China

Por conta da alta procura por mordomos no país, a International Butler School abriu uma unidade em Chengdu Por Redação Você S/A Alunos da International Butler School: milionários contratam mordomos e criadas |   Crédito: Divulgação Por conta do sucesso da série Downton Abbey, que mostra a trajetória de uma aristocrática família inglesa e as peripécias de seus criados entre as décadas de 1910 e 1930, um modismo se espalhou no mercado chinês: a procura por mordomos e criadas. Os milionários estão importando profissionais da Inglaterra, e os jovens orientais correm atrás de cursos profissionalizantes. A International Butler School, com sede na Holanda, abriu uma unidade em Chengdu, no sudoeste da China, e desenvolveu aulas especiais para esse público que aprende a polir prataria, a servir vinhos e a montar uma mesa de jantar.  Depois de formados, os mordomos chineses ganham, em média, salários de 2 625 yuan (1 600 reais). Esta matéria foi public...

O que grandes executivos pensam sobre a crise política

Pesquisa ouve diretores de empresas sobre as possíveis soluções para a retomada econômica no país Por Redação Você S/A Dilma Rousseff e Michel Temer durante cerimônia de posse do 2º mandato de Dilma, em 2015 |   Crédito: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas São Paulo – Nos últimos tempos, a situação política no Brasil não está nada fácil de entender ou de acompanhar. Então, o que esperar após a maré abaixar e os ânimos se acalmarem? Como o país pode voltar a crescer economicamente? Uma pesquisa realizada com o mailing de clientes da empresa de recrutamento Talenses, de São Paulo, buscou entender a opinião de executivos em relação às possíveis soluções para a crise pela qual o Brasil está passando hoje.  Os números refletem o que 105 profissionais de nível de diretoria consideram o melhor caminho para a recuperação econômica do país. Mais da metade dos entrevistados (53,3%) respondeu que a melhor solução seria o impeachment da presidente Dilma Rousseff e Miche...

O que pessoas bem-sucedidas aprenderam com seus erros

Assumir os deslizes, encarar o cenário sombrio e começar tudo de novo faz parte de dar a volta por cima ao errar Por Mariana Amaro Robinson Shiba, fundador do China in Box e presidente da Trendfoods |   Crédito: Marco Pinto Como qualquer usuário de rede social já sabe, sucesso é algo para ser compartilhado, curtido e comentado. Uma promoção, um elogio, um faturamento no azul, tudo é motivo para avisar a todos como a sua carreira está muito bem, obrigado. O fracasso, por outro lado, é algo íntimo, para ser degustado sozinho, de preferência escondido no quarto, debaixo das cobertas.  Ninguém gosta de falar que fracassou, até para não dar aquela satisfação para quem torcia contra. A palavra “schadenfreude” é alemã, mas serve para descrever um sentimento comum: aquela felicidade que todo mundo já sentiu uma vez ao ver o outro falhar. Mas a verdade é que todos os bem-sucedidos já cometeram deslizes.  “As pessoas acham que uma trajetória de sucesso é...